Teólogo, Catequeta, Coach, Neuro psicopedagogo, Terapeuta, Palestrante, Músico, Ti e Escritor
sábado, 28 de setembro de 2019
CATEQUESE DE Inspiração Catecumenal - ppt carregar
CATEQUESE DE Inspiração Catecumenal - ppt carregar: Como dar resposta a esta realidade? Por que hoje verificamos grande número de pessoas batizadas e não evangelizadas? Por que muitas famílias de nossas comunidades só se dirigem a Igreja quando desejam receber os sacramentos? Como dar resposta a esta realidade?
terça-feira, 20 de agosto de 2019
3ª TURMA DE TEOLOGIA
Terceira Turma de Teologia do Pólo de Tocantinópolis
Agosto de 2019
A ESCOLA DE TEOLOGIA PARA LEIGOS PAULO VI da Diocese de Tocantinópolis-TO
É um projeto aprovado no 3º Plano Diocesano de
Pastoral (2011-2013) com um Polo em Araguaína-TO e outro em Tocantinópolis-TO.
A Escola tem como objetivo “proporcionar
aos cristãos leigos e leigas reflexão e aprofundamento para sua fé
e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas
famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja
contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o
Reino de Deus”. BISPO DIOCESANO DOM
GIOVANE PEREIRA DE MELO
Patrística
Patrística é o nome dado à filosofia cristã dos três primeiros séculos, elaborada pelos Pais da Igreja, os primeiros teóricos —- daí "Patrística" — e consiste na elaboração doutrinal das verdades de fé do cristianismo e na sua defesa contra os ataques dos pagãos e contra todos que eram contra, denominados hereges.
Foram os pais da Igreja responsáveis por confirmar e defender a fé católica, a liturgia, a disciplina, criar os costumes e decidir os rumos da Igreja cristã, ao longo dos sete primeiros séculos do cristianismo. Basicamente, patrística é a filosofia responsável pela elucidação progressiva dos dogmas cristãos e pelo que se chama hoje de tradição católica.
Quando o clero, para se defender de ataques polêmicos, teve de esclarecer os próprios pressupostos, apresentou-se como a expressão terminada da verdade que a filosofia gregahavia buscado, mas não tinha sido capaz de encontrar plenamente, enquanto a Verdade mesma não tinha ainda se manifestado aos homens, ou seja, enquanto o próprio Deus não havia ainda encarnado.
De um lado, se procura interpretar o cristianismo mediante conceitos tomados da filosofia grega, do outro reporta-se ao significado que esta última dá ao cristianismo. Os primeiros pensadores cristãos, ao mesmo tempo em que se valeram, também se debateram com os filósofos Platão e com Aristóteles, que, sobretudo, com os estoicos e com os epicuristas. Perdendo os ideais da doutrina cristã primitiva, eles buscaram encontrar, frente à filosofia e aos filósofos, o lugar apropriado da reflexão filosófica e do pensar cristão. Predominava muito o teocentrismo.
“Tratando-se de filosofia patrística, não devemos, como outrora, pensar
somente nas obras de filósofos que só foram filósofos. A filosofia da
patrística está antes contida nos tratados dos pastores de alma, pregadores,
exegetas, teólogos, apologetas que buscam antes de tudo a exposição da sua
doutrina religiosa. Mas ao mesmo tempo, levados pela natureza das cousas e dada
a ocasião, se põem - a resolver problemas propriamente pertencentes à
filosofia; e então, pela força do assunto, versam a metodologia filosófica.” (Khaio
Mendes, 2015)
Acesse e baixe a coleção da Filosofia Cristã
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Novas diretrizes da Igreja no Brasil 2019-2023
As Novas
Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o próximo
quadriênio (2019 a 2023), após intenso processo de debate e acréscimos dos
bispos, foram aprovadas na manhã deste dia 6 de maio pelos participantes da 57ª
Assembleia Geral, em Aparecida (SP).
O
padre Manoel de Oliveira Filho, membro da Comissão do Texto Central sobre as
Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023) falou
ao portal da CNBB sobre o caminho que as novas diretrizes propõem à Igreja no
Brasil.
Segundo
ele, o central nas Novas Diretrizes é mais uma vez um novo chamado de retorno
às fontes para olhar a experiência das comunidades primitivas e inspirados
por elas formar, no hoje da história e na realidade urbana, comunidades
eclesiais missionárias.
“Que
essas comunidades eclesiais missionárias tenham jeito de casa, de acolhida, não
uma coisa estática de paredes simplesmente, ou da estrutura física. Mas, acima
de tudo as diretrizes falam de um jeito de ser, de uma postura que lembre, evoque
a ideia da casa que acolhe, que é espaço de ternura e misericórdia”, disse.
Os quatro pilares – Padre Manoel
reforça que a casa é onde as pessoas são identificadas pelo nome, pelo jeito,
onde têm história. Na proposta das diretrizes, lembrou o religioso, a casa é
sustentada por quatro pilares essenciais: a) Palavra de Deus e a iniciação
à vida cristã; O pilar do Pão que é a casa sustentada
pela liturgia e sobre a espiritualidade; o pilar da Caridade que
é a casa sustentada sobre o acolhimento fraterno e sobre o cuidado com as
pessoas, especialmente os mais frágeis e excluídos e invisíveis; o pilar da Missão
porque é impossível fazer uma experiência profunda com Deus na
comunidade eclesial que não leve, inevitavelmente, à vida missionária.
A
realidade urbana, fragmentada, carregada de luz e de sombras, mas também cheia
de potencialidades, é definida pelo padre muito mais do que um lugar social geográfico,
mas como uma mentalidade e cultura. “Nesta realidade a Igreja é convidada a ser
presença. Como casa. Como comunidade eclesial missionária”, reafirmou.
A
diretrizes, segundo ele, apontam para um rumo muito bonito, porque partem de
uma perspectiva de encontro com Deus e com os irmãos, numa dinâmica de
acolhida, de portas abertas, de ir ao encontro, de espera e acolhida ativa para
formar as comunidades.
As
Igrejas e comunidades são convidadas, segundo o que propõe as novas diretrizes,
a serem luzeiros no meio do mundo. O religioso afirmou que as comunidades podem
estar em qualquer lugar: no condomínio, numa praça, no trabalho. “Mas também
nas paróquias, comunidades, nos colégios católicos, nas obras sociais”, disse.
“As
novas diretrizes apontam para rumos e horizontes muito bonitos de avanço, de
comprometimento apostólico e de comprometimento profético-transformador”,
destacou.
Segundo
ele, a profecia não se dá apenas pela denúncia, embora seja fundamental hoje
mais do que nunca, mas também pelo anúncio de um jeito novo de ser e de viver.
“Os rumos são os mais bonitos, basta a gente entrar nesta história e caminho”,
disse.
Após
a assembleia, o religioso aponta que todas as instâncias, as pastorais e
organismos, e as Igrejas particulares, toda vida eclesial precisam entrar mesmo
neste rumo, na direção apontadas pelas Diretrizes. “Seguir este caminho,
acreditar no projeto e proposta. Vamos todos precisar, como todo a vida de
Igreja, fazer um caminho de conversão, ler estudar, colocar na mente e descer
para o coração para transformar em realidade”, disse.
A
CNBB apresenta diretrizes mais gerais, não apresenta um plano; Após a
assembleia, segundo padre Manoel, o plano deve ser feito por cada instância da
Igreja nas diferentes realidades. “Se a gente acredita no projeto vamos
encontrar um caminho para que ele se torne real”, concluiu.
sábado, 1 de junho de 2019
terça-feira, 23 de abril de 2019
Uma catequese mais vivencial e menos escolar
D. Anacleto Oliveira analisou o novo curso «Ser Catequista» e o
projeto da «catequese familiar» no setor
No
final do Encontro Nacional de Catequese 2019, que
decorreu em Viana do Castelo, o bispo local, D. Anacleto Oliveira, explicou ao
Educris que a catequese “está num processo de renovação que teve uma expressão
visível com a Carta pastoral sobre a Catequese”.
A
mudança iniciada visa “pôr em prática o documento primeiramente no que toca à
formação dos catequistas”:
“Neste
momento estamos a ultimar o curso «Ser Catequista», que ainda está em
desenvolvimento. A proposta, elaborada por vários peritos, está em análise pela
Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) No total são
vinte horas e seis temas que se subdividem em dois, cada. Queremos criar uma
mentalidade nova em relação à catequese. Passar do modelo escolar ao modelo
vivencial para abarcar outras dimensões da pessoa”, sustentou.
Para
o prelado o grande desafio do setor passa por “quebrar” o modelo anterior e
buscar novas formas que cativem os mais novos e sirvam de modelo para a vida:
“O
Papa criticou-nos, e bem, na visita Ad Limina, por
que a nossa catequese não era vivenciada. Ainda temos muito a ideia de que a
catequese é uma espécie de curso que se tira. Aqui no Norte ouvimos muito a
expressão ‘eu já tirei as comunhões todas’. Queremos uma catequese mais
vivenciada que permita aos adolescentes, e adultos, uma prática que permita
partir ou chegar das palavras e dos conteúdos se vão apropriando em contexto
catequético”, revelou.
O
também membro da CEECDF deu ainda conta do projeto da catequese familiar que
considerou “muito importante” uma vez que permite “uma aprendizagem mútua entre
pais e filhos e que não se reduz a uma hora por semana”:
“A
catequese familiar surge, antes de mais, como uma catequese de adultos. Um
espaço onde podemos catequizar os pais na melhor fase da sua vida, a
paternidade e maternidade. É também o lugar indicado para os mais novos por que
permite estabelecer uma relação cristã entre pais e filhos”.
D.
Anacleto Oliveira deu conta de que hoje existem já casais e filhos que “querem
continuar a aprofundar o percurso da catequese familiar” por que o modelo
“permite continuar a aprofundar, com outros temas e lugares, esta mesma forma
de estar e ser Igreja”.
Educris|22.04.2019
ACESSE O SITEUma catequese mais vivencial e menos escolar
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Mês Missionário Extraordinário
O Papa Francisco proclamou outubro de 2019 como Mês Missionário Extraordinário com o objetivo de: “despertar em medida maior a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral”. Trata-se de acontecimento eclesial de grande importância que abrange todas as Conferências Episcopais, os membros dos institutos de vida consagrada, as sociedades da vida apostólica, as associações e movimentos eclesiais.
Publicamos a seguir o documento apresentado, discutido e aprovado pelo Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil no dia 22 de novembro de 2018.
ACESSE TODO O CONTEÚDOMÊS MISSIONÁRIO EXTRAORDINÁRIO
FAÇA O DOWNLOAD do texto completo
GUIA DO MÊS MISSIONÁRIO
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