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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Catequese de Crisma para pais e padrinhos

Os padrinhos são muito mais que uma posição social; são pais segundo Deus, pois no batismo morre o "homem velho" e nasce o "homem novo". E como verdadeiros pais, têm o grave dever de transformar seus filhos em soldados de Cristo, educando-os na escola de santidade dos grandes santos da Igreja. (Papa Pio XII) Os padrinhos são muito mais que uma posição social; são pais segundo Deus, pois no batismo morre o "homem velho" e nasce o "homem novo". E como verdadeiros pais, têm o grave dever de transformar seus filhos em soldados de Cristo, educando-os na escola de santidade dos grandes santos da Igreja. (Papa Pio XII) CLIQUE AQUI!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O QUERIGMA PARA PAIS E PADRINHOS DE BATISMO

O QUERIGMA PARA PAIS E PADRINHOS Por Catequista Josivaldo PARA INÍCIO DE CONVERSA o catequista diz: ANTES DE FALAR DO BATISMO, quero falar de Jesus Cristo para você. Ele que é nosso Deus. Nosso Mestre e Senhor. Nosso Pastor. Nosso irmão e advogado. Quero lhe dizer que existem SEIS VERDADES que você precisa conhecer e acreditar a partir de agora antes de falar sobre o Sacramento do Batismo. 1ª VERDADE - DEUS AMA VOCÊ HOJE (João 15, 9) Deus é um Pai Amoroso, que te ama pessoal e incondicionalmente e quer o melhor para ti. Não te ama porque sejas bom, mas sim porque ele é bom. Motivação: Não te pede que o ames, mas que te deixes amar por ele. VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: Porque não percebo? DEUS responde em Deuteronômio 30:11-14 2ª VERDADE – VOCÊ NÃO PODE TI SALVAR POR TI MESMO (Romanos 3, 23) O pecado, que consiste em não confiar em Deus e não depender Dele impede que sintas o amor divino. És pecador necessitado de Salvação, porque não és capaz de vencer Satanás nem de libertar-te do poder do pecado. Motivação: Reconhece o teu pecado diante Dele. VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: Qual a Solução? DEUS responde em Romanos 13, 11 a 14 3ª VERDADE – JESUS É A ÚNICA SOLUÇÃO E ELE JÁ TE SALVOU (João 3, 16) Existe uma boa notícia: Jesus já te salvou e perdoou, pagando a dívida com o preço de Seu sangue. Com Sua morte por ti e Sua ressurreição, partilhou contigo a vida: vida de filho de Deus. Já estamos em paz com Deus e é possível a felicidade. Jesus não nos salva. Já nos salvou VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: O que devo fazer? DEUS responde em Atos dos Apóstolos 2, 38 a 39 4ª VERDADE – JESUS É TEU SENHOR E SALVADOR (Romanos 14,9) Jesus ganhou, já, uma Nova Vida para ti. Receba-a, crendo e convertendo-te: - Crer em Alguém, mais do que algo, confiando que seu caminho é melhor que o teu. - Confessá-lo como Salvador pessoal e renunciar a qualquer outro meio de Salvação. - Converter-te é mudar tua vida pela vida de Jesus. Entregar tua vida de pecado e começar a viver a vida de filho de Deus. - Proclamar Jesus como Senhor de todas as áreas da vida. Motivação: Abre as portas do teu coração a Jesus que te chama. VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: Para que eu devo crer e me converter? DEUS responde em Romanos 10, 9 5ª VERDADE – A PROMESSA DE JESUS HOJE É PARA TI (Atos 2,39) Qual é a promessa de Jesus? Enviar o Espírito Santo a você. Te dar o Espírito Santo. Jesus se faz presente com sua Salvação por meio de seu Espírito. Ele está sedento de presentear-te com a água viva do Espírito de filiação, que clama: “Abba”: papai. Motivação: Pede e recebe o Dom do Espírito. VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: E agora? O que faço? DEUS responde em Mateus 7, 7 a 8 6ª VERDADE – É NA COMUNIDADE QUE VOCÊ É AMADO E FORTALECIDO (Atos 2 42 a 47) Não basta nascer: é preciso crescer na vida nova. Para isso, é necessário manter-se unido à vida (Jesus), vivendo como parte do Corpo de Cristo, em união com todos os outros membros. O encontro com Cristo leva, necessariamente, ao encontro do irmão, especialmente do mais necessitado. Motivação: Persevera com Jesus na comunidade. VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: O que falta para eu participar mais na comunidade? DEUS responde em Colossenses 3, 15

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O Querigma – Querigma e Catequese

O Querigma – Querigma e Catequese
·         O Querigma: Primeiro anúncio de Jesus
·         A Catequese: Ensino progressivo da fé
São 2 passos consecutivos, onde o querigma sempre deve anteceder à catequese. Se o querigma é a forte badalada do sino, a catequese é o eco da badalada. A catequese prolonga o anúncio querigmático. Não é fria doutrina ou meros ensinamentos teóricos, mas a extensão e a plenitude da nova vida trazida por Jesus. A vida nos é dada pela fé com que respondemos ao anúncio querigmático, mas a vida em abundância chega à sua plenitude, através da catequese vivida na fé.

O Querigma  – Os 3 Personagens da Evangelização

Na evangelização há 3 personagens: O Evangelizador, o Evangelizando e o Espírito Santo. Cada um com seu papel bem claro e definido, que não deve ser suplantado pelo outro.
1) O Evangelizando: Escuta e Responde a Deus
·Seu papel é escutar a Palavra anunciada pelo evangelizador
·Ele, e somente ele, dá uma resposta à Palavra proclamada, com uma atitude tanto interior, quanto exterior
·Ele se confessa pecador e pede perdão de seus pecados
· Proclama Jesus como Senhor de sua vida
·Pede a Jesus Messias o Espírito Santo e o recebe
Não lhe compete:
·Discutir com o evangelizador. Porém, é legítimo que faça perguntas e tire dúvidas
·Dar, mas apenas receber
·Justificar-se: “eu não faço nada de mal”, nem condenar-se: “eu não tenho perdão”
2) O Espírito Santo: Convence e Converte
·         A proclamação e o testemunho do evangelizador são instrumentos necessários, mas apenas instrumentos, já que o agente principal da evangelização é o Espírito Santo. Ele atua tanto no evangelizador quanto no evangelizando.
Atuação do Espírito Santo no evangelizador:
·         Dá-lhe zelo pelo Evangelho
·         Unge-o e usa-o como canal de sua obra
·         Enche-o de poder e amor
Atuação do Espírito Santo no evangelizando:
·         Usando as palavras e atitudes do evangelizador como veículo de sua obra salvífica, o Espírito Santo é quem realiza com eficácia a obra da evangelização, infundindo a fé, para convencê-lo de que é pecador necessitado de salvação e, em consequencia, que proclame Jesus como Salvador e Senhor.
3) O Evangelizador: Proclama e Testemunha
·         Proclama Jesus, uma Pessoa Viva e seus atos de Salvação
·         Anuncia jubilosamente a Boa Nova: Já fomos salvos
·         Apresenta Jesus Salvador como a única solução para cada homem, para a sociedade e para o mundo inteiro
·         É testemunha e dá testemunho: Com sua própria vida e em todo tempo e lugar, é testemunha de que graças a Jesus é possível viver de uma maneira nova neste mundo, e que sua morte e ressurreição são eficazes nos dias atuais. E testifica com palavras o que Deus realizou nele
Não lhe compete:
·         Ensinar teorias ou apresentar doutrinas.
·         Defender Deus. O advogado é o Espírito Santo.
·         Tentar convencer o evangelizando com argumentos, citações bíblicas, sugestão ou qualquer tipo de manipulação dos sentimentos.
·         Converter e transformar as pessoas, pois quem converte e transforma é o Espírito Santo.
·         Ver o fruto terminado da obra de evangelização
Há 4 condições necessárias para se poder ser um evangelizador e, posteriormente, um formador de evangelizadores:
·         Ter experiência de salvação
·         Ter zelo pelo evangelho
·         Análise da realidade
·         Viver o Evangelho
Analisemos estas condições:

O testemunho deve ter 3 características: ABC (Alegre, Breve e Centrado em Cristo)
Alegre:
Um testemunho deve estar envolto numa atmosfera de alegria, acompanhado de um sorriso, do entusiasmo das palavras e da convicção dos olhos. A alegria é o primeiro sinal de quem encontrou o tesouro escondido. Não se trata de uma alegria porque não existem problemas, mas sim porque a alegria do Senhor é nossa fortaleza.
Breve:
Um bom testemunho deve ser centrado no fundamental da obra salvífica de Deus, sem entrar em detalhes acidentais ou complicados. Os relatos longos são cansativos porque se perde o enfoque fundamental. Não se deve exagerar as coisas, nem o nosso pecado, nem a obra salvífica de Deus.
Centrado em Cristo:
Um testemunho não está centrado em quem o dá, para que os outros o admirem, mas sim centrado em Cristo mesmo, e em sua obra salvífica.
Há quem pense que os testemunhos que mais impressionam são aqueles em que Deus realizou coisas maravilhosas e mudanças radicais, acompanhados por milagres e sinais extraordinários. Não é sempre assim. Cada testemunho toca às pessoas que estão seguindo um caminho semelhante. Há muitas pessoas que se parecem com cada um de nós e não necessitam de grandes coisas. Nosso testemunho para eles será uma grande libertação.
O testemunho deve terminar sempre com uma explícita exortação: “Se fez em mim, pode fazer em ti. O Senhor quer fazer também em tua vida”.

José H. Prado Flores
Livro: Como Evangelizar os Batizados (Ed. Loyola)



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

domingo, 25 de janeiro de 2015

DO TRATADO SOBRE O BEM DA PACIÊNCIA

DO TRATADO SOBRE O BEM DA PACIÊNCIA De São Cipriano, bisp
o e mártir. É este o preceito salvífico de nosso Senhor e Mestre: Quem perseverar até o fim, será salvo (Mt 10,22). E ainda: Se permanecerdes em minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (Jo 8,31-32). É preciso ter paciência e perseverar, irmãos caríssimos, para que, tendo sido introduzidos na esperança da verdade e da liberdade, possamos chegar à verdade e à liberdade. O fato de sermos cristãos exige que tenhamos fé e esperança, mas a paciência é necessária para que elas possam dar seus frutos. Nós não buscamos a glória presente, mas a futura, como também ensina o apóstolo Paulo: Ora, o objeto da esperança não é aquilo que se vê; como pode alguém esperar o que já vê? Mas se esperamos o que não vemos, é porque o estamos aguardando mediante a perseverança (Rm 8,24-25). A esperança e a paciência são necessárias para levarmos a bom termo o que começamos a ser e para conseguirmos aquilo que, tendo-nos sido apresentado por Deus, esperamos e acreditamos. Noutro lugar, o mesmo apóstolo ensina os justos, os que praticam o bem e os que açulam para si tesouros no céu, na esperança da felicidade eterna, a serem também pacientes dizendo: Portanto, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, principalmente aos irmãos na fé. Não desanimemos de fazer o bem, pois no tempo devido haveremos de colher, sem desânimo (Gl 6,10.9). Ele recomenda a todos que não deixem de fazer por falta de paciência; que ninguém, vencido ou desanimado pelas tentações, desista no meio do caminho do mérito e da glória, e venha a perder as boas obras já feitas, por não ter levado até o fim o que começou. Finalmente, o Apóstolo, ao falar da caridade une a ela a tolerância e a paciência. A caridade, diz ele, é paciente, é benigna; não é invejosa, não se ensoberbece, não se encoleriza, não suspeita mal; tudo ama, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1Cor 13,4-5). Ensina-nos, portanto, que só a caridade pode permanecer, porque é capaz de tudo suportar. E noutra passagem diz: Suportai-vos uns aos outros com amor; aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz (Ef 4,2b-3). Provou deste modo que só é possível conservar a união e a paz quando os irmãos suportam mutuamente e guardam, mediante a paciência, o vínculo da concórdia.

sábado, 24 de janeiro de 2015

ORAÇÃO pelo CATEQUISTA

ORAÇÃO pelo CATEQUISTA


CATEQUISTA, deixe seu coração arder pelo caminho ao escutar a voz do Mestre que ensina e envia: “Vai anunciar que estou vivo” e o sepulcro está vazio porque a vida sempre vence. Reconheça a força do ressuscitado no partir e repartir o pão. Seu sim se torna fortaleza ao aceitar o envio: “Vai... ensina... o que Eu ensinei a vocês”. Acredite que sua convicção se torna uma potência, que o testemunho de seus atos reveste de vida as palavras de sua boca, que o projeto do Reino transforma a escuridão em claridade, a luta em vitória. Reconheça que as mãos estendidas se tornam partilha, os braços abertos são acolhida, a esperança teimosa torna possível o impossível, as relações se tornam diálogo para que “todos sejam um”. Tenha a certeza de que seus passos deixam marcas inapagáveis, sua voz faz ecoar a PALAVRA VIVA que não conhece fronteiras, sua vida se torna profecia que anuncia a verdade e denuncia a falsidade, seu agir se torna aliança e faz a comunidade que constrói o Reino da fraternidade. Amém!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

OS BENEFÍCIOS DO PERDÃO

OS BENEFÍCIOS DO PERDÃO

Perdoar é uma das atitudes mais difíceis na vida de milhares de pessoas.
O fato de alguém pedir perdão a outrem equivale a dizer que reconhece seu erro e sua culpa, por isso, vai ao encontro de quem foi, efetivamente, atingido por sentimentos, palavras e atos que feriram a sua dignidade. O fato de alguém perdoar significa dizer que reconhece sinceridade no arrependimento daquele que vai ao seu encontro, com a disposição de mudar de atitude.
A Revista Veja, em sua edição de 28 de Julho passado, tem como “matéria de capa” o perdão, mais precisamente, “O poder do perdão”. Não deixa de ser, deveras, significativo o fato de estarem à ciência e a mídia tratando de um assunto que, por certo, na mente da maioria das pessoas tinha lugar apenas no mundo das religiões e na prática de seus seguidores. O enfoque desse assunto na relação interpessoal e institucional, numa visão psicológica, filosófica, sociológica e política, com sua referência à face do perdão, biblicamente revelada, representa uma contribuição muito especial para a compreensão da necessidade de superação das linhas cruzadas e da eliminação das rupturas que se estabeleceram nas relações humanas, por numerosos motivos. Na matéria, encontram-se depoimentos de pessoas, empresários e governantes que tiveram a capacidade de perdoar ou se mantiveram fechados em relação ao perdão. Segundo um professor da Universidade de Boston, o pedido de perdão contém três passos básicos para obter perdão.
Primeiro, deve-se assumir a responsabilidade pelo erro.
Segundo, é preciso repudiar claramente esse erro, mostrando que não se pretende repeti-lo.
Terceiro, deve-se exprimir o arrependimento pela dor causada ao próximo. O que é hoje descoberta da pesquisa e conquista da ciência, o Catecismo da Igreja já o proclama, há milênios, ao apresentar as exigências para que o fiel, ao recorrer ao Sacramento da Penitência, obtenha o perdão dos pecados cometidos contra Deus e contra o próximo.

Com efeito, para que esse Sacramento produza seus efeitos, exigem-se atitudes que levem o penitente à mudança de vida e à reconciliação:
Contrição (reconhecimento dos pecados);
Confissão (revelação, perante o confessor, desses pecados, “por pensamentos, palavras e obras”);
Absolvição (recepção da perdão dos pecados confessados);
Satisfação (reparação dos pecados cometidos, não os repetindo, deliberadamente).

Como penitência, o confessor impõe uma pena ao penitente, correspondente, “na medida do possível, à gravidade e à natureza dos pecados cometidos.”
No plano psico-religioso, o perdão é um ato muito benéfico, sob vários aspectos, como
confirma a voz da experiência de cada um. Um desses aspectos é a paz da consciência. O relacionamento entre pessoas, grupos e nações fica ameaçado quando determinados
sentimentos, palavras e atitudes ferem o seu direito. Quando isso acontece, criam-se
estremecimentos no relacionamento humano que, em muitos casos, rompem fortes vínculos de consanguinidade e sólidos laços de amizade. O perdão é sempre muito benéfico para as pessoas que conseguem refazer sua história, não apenas porque minimizam a razão do distanciamento que se criou na convivência familiar e no relacionamento social, mas, antes, porque dão um passo de qualidade, ao cancelá-la de seu coração e de sua mente. A psicologia e a espiritualidade identificam os benefícios do perdão na vida das pessoas. A melhor linguagem dessa experiência é testemunhada por aquelas pessoas que conseguiram perdoar-se, mutuamente.

Para muitos, o perdão é benéfico, por ser uma conquista humana; para os cristãos, além dessa dimensão, está muito clara a exigência que Jesus colocou na oração do Pai Nosso: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.”

Escrito por Dom Genival Saraiva