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quinta-feira, 25 de junho de 2020

NOVO DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE

Diretório para a Catequese
Ed. atualizada 2020
O Novo Diretório de Catequese redigido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização (CPPNE) é um documento que dará atenção particular a muitas temáticas da sociedade atual relacionadas com a educação cristã, O material irá proporcionar direcionamento para a cultura digital, a formação de catequistas, a pastoral e a catequese inclusiva. Foi pensado na necessidade de implementar um novo documento do catecismo que refletisse a dimensão da nova evangelização, ajudando a compreender os esforços pastorais.

CLIQUE 
NOVO DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE

domingo, 1 de março de 2020

Introdução à Teologia


Introdução à Teologia
Primeira disciplina da escola de teologia para leigos Paulo VI da Diocese de Tocantinópolis-TO, Polo de Araguaína-TO

Turma 2020 

TEOLOGIA
Ciência ou estudo que se ocupa de Deus, de sua natureza e seus atributos e de suas relações com o homem e com o universo. Conjunto dos princípios de uma religião; doutrina.
Teologia cristã é o estudo da crença e prática cristã. Esse estudo concentra-se principalmente nos textos do Antigo Testamento e do Novo Testamento, bem como na tradição cristã.

A RAZÃO DA ESPERANÇA
“Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito” (1Pe 3,15)

"Compreender para crer, crer para compreender" SANTO AGOSTINHO

A VOCAÇÃO DO TEÓLOGO
Entre as vocações suscitadas na Igreja pelo Espírito, distingue-se a do teólogo, que em modo particular tem a função de adquirir, em comunhão com o Magistério, uma compreensão sempre mais profunda da Palavra de Deus contida na Escritura inspirada e transmitida pela Tradição viva da Igreja.
Por sua natureza a fé se apela à inteligência, porque desvela ao homem a verdade sobre o seu destino e o caminho para o alcançar. Mesmo sendo a verdade revelada superior a todo o nosso falar, e sendo os nossos conceitos imperfeitos frente à sua grandeza, em última análise insondável (cf. Ef 3, 19), ela convida porém a razão — dom de Deus feito para colher a verdade — a entrar na sua luz, tornando-se assim capaz de compreender, em certa medida, aquilo em que crê.
A ciência teológica, que respondendo ao convite da verdade, busca a inteligência da fé, auxilia o Povo de Deus, de acordo com o mandamento do Apóstolo (cf. 1 Pd 3, 15), a dar razão da própria esperança, àqueles que a pedem.
______________
Da CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
INSTRUÇÃO DONUM VERITATIS SOBRE A VOCAÇÃO ECLESIAL DO TEÓLOGO

A SAGRADA ESCRITURA É A ALMA DA SAGRADA TEOLOGIA
(Dei Verbum, 24)

“A sagrada Teologia apoia-se, como em seu fundamento perene, na palavra de Deus escrita e na sagrada Tradição, e nela se consolida firmemente e sem cessar se rejuvenesce, investigando, à luz da fé, toda a verdade contida no mistério de Cristo. As Sagradas Escrituras contêm a palavra de Deus, e, pelo facto de serem inspiradas, são verdadeiramente a palavra de Deus; e por isso, o estudo destes sagrados livros deve ser como que a alma da sagrada teologia (3). Também o ministério da palavra, isto é, a pregação pastoral, a catequese, e toda a espécie de instrução cristã, na qual a homilia litúrgica deve ter um lugar principal, com proveito se alimenta e santamente se revigora com a palavra da Escritura.” (Papa Bento XVI Exortação Apostólica, Constituição dogmática Dei Verbum)

 “A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo. Sempre as considerou, e continua a considerar, juntamente com a sagrada Tradição, como regra suprema da sua fé” (Dei Verbum 21)

 A IGREJA, LUGAR ORIGINÁRIO DA HERMENÊUTICA DA BÍBLIA
(Dei Verbum 29-30)

“Só o contexto eclesial permite à Sagrada Escritura ser entendida como autêntica Palavra de Deus, que se converte em guia, norma e regra para a vida da Igreja e em crescimento espiritual dos crentes."

“Deus se revelou na história, é narrado na Bíblia e foi compreendido na Igreja.” (Pe. Marciano Guerra | abril de 2018 | Curso de Teologia para Leigos – Caxias do Sul)

O QUE FAZ A TEOLOGIA?
“O desenvolvimento da teologia consiste em haurir dos predecessores, enriquecer o dom recebido e transmiti-lo aos sucessores.” (Estudar, aprender e ensinar)

A INTERPRETAÇÃO DA SAGRADA ESCRITURA (o método)
Sentido literal e sentido espiritual (Dei Verbum, 37)

O Concílio Vaticano II indica três critérios para a interpretação da Sagrada Escritura, recordados pela Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum Domini:

1) “Interpretar o texto tendo presente a unidade de toda a Escritura; isso, hoje, chama-se exegese canônica;
2) Ter presente a Tradição viva de toda a igreja;
3) Observar a analogia da fé. Somente quando se observam os dois níveis metodológicos, histórico-crítico e teológico, é que se pode falar de uma exegese teológica, de uma exegese adequada a este Livro” (DV, n.12; VD, n. 34) 

Abaixo,
Documentos da Igreja para estudo da Sagrada Escritura.

CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA DEI VERBUM SOBRE A REVELAÇÃO DIVINA
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DIVINO AFFLANTE SPIRITU sobre os estudos bíblicos
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A INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA NA IGREJA Pontifícia Comissão Biblica
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EXORTAÇÃO APOSTÓLICA VERBUM DOMINI
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CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA DEI FILIUS
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO

A Escola de Teologia para Leigos, São Paulo VI, Aprovada em 2013,

É uma atividade de formação permanente dos cristãos leigos e leigas da Diocese de Tocantinópolis e tem como objetivo:

“proporcionar aos cristãos, leigos e leigas, reflexão e aprofundamento para sua fé e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o Reino de Deus”.

Com dois pólos na Diocese
nas cidades de Araguaína e Tocantinópolis
3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO
Com a disciplina de Iniciação a Vida Cristã. 
Uma experiência inesquecível com pessoas apaixonadas pela missão e entusiasmadas em aprofundar o conhecimento sobre a fé cristã.

ACESSE NO FACEBOOK

domingo, 8 de dezembro de 2019

Deus, na companhia de Maria



Por que Jesus quis dar sua Mãe, como mãe, ao discípulo que ele mais amava?
Teologia Simples
Teologia Mariana
(Deus, em Maria de Nazaré)

Analisemos a maternidade de Maria estendida aos seguidores do Mestre, a partir do Evangelho de São João:

"Não encontra quem quiser encontrar Cristo sem cruz. Impossível é sem Maria encontrar também Jesus. Como não há cruz sem Cristo e não há Cristo sem cruz. Não há Jesus sem Maria nem Maria sem Jesus" (PE. ANTÔNIO MARIA)

São João, Cap.19
Contexto Bíblico: julgamento e crucificação de Jesus Cristo: Pilatos mandou então flagelar Jesus (v.1); seria morto por ter se declarado filho de Deus (v.7); julgamento de Jesus (v.13); era a preparação para a Páscoa (v.14); ali o crucificaram ao lado de dois ladrões (v.18)

"25. Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena."
INTERPRETAÇÃO
"junto a cruz de Jesus"
O lugar de Maria é ao lado do Filho de Deus, o Messias, Jesus Cristo, seu filho e todos os que estão com a Mãe, estão com o filho.

"26. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho."
INTERPRETAÇÃO
"Jesus viu sua mãe"
“Ver” na Bíblia corresponde a contemplar, admirar, valorizar.
Jesus Cristo, o Senhor, colocou sua Mãe em lugar privilegiado no plano de salvação.
"perto dela o discípulo"
"Perto" supõe próximo, ao lado, junto, com, na companhia dela.
O discípulo deve estar ao lado da Mãe do filho de Deus.
"O discípulo que amava"
Não se pode negar que o discípulo predileto do Mestre é o que se encontra ao lado da sua Mãe, na sua companhia, certamente com a espiritualidade mariana. Porque nos tornamos parecidos com quem convivemos. Fato.
"Mulher, eis aí teu filho"
Aqui, o Mestre apresenta seu discípulo 'amado' à sua Mãe e o dá como filho. O discípulo representa o grupo de seguidores do Mestre, a igreja, que é dada em João, discípulo amado, por filhos à Mãe do Salvador.

"27. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa."
INTERPRETAÇÃO
"eis aí tua mãe"
Aqui, o Mestre apresenta a sua Mãe para o discípulo amado, que representa a igreja, comunidade de seguidores de Jesus Cristo e o dá como filho à sua Mãe.
"e dessa hora em diante"
Aqui, o elemento 'tempo' (dessa hora em diante) aparece para indicar o período completo. Do início ao fim da vida e até a eternidade com Deus.
"O discípulo a levou para a sua casa"
O escritor afirma o que é histórico.
'Levar para sua casa', (verbo de ação) significa que ele a aceitou como Mãe, pelo Salvador. Que a amou como o seu Mestre quis que a amasse. Vivendo com ela. Cuidando dela e sendo cuidado por ela. O escritor sagrado quis deixar para as futuras gerações, que o 'discípulo amado' do Mestre, (o que está na companhia de sua Mãe) deve a levar para sua casa e viver com ela até a eternidade.
___________
Bíblia Ave Maria, como fonte.

A partir desta reflexão bíblica de João 19,25-27
Quem é o discípulo amado do Mestre?

O discípulo amado do Mestre (Jesus Cristo) é:
O que faz sua vontade legítima e justa, (Lc 1:38; Jo 2:5)
O que cumpre seus ensinamentos, (Jo 14:15)
O que é obediente às suas ordens, (Jo 14:15)
O que está na companhia de sua Mãe, (Jo 19:25-27)
O que acolhe a sua Mãe em obediência à sua ordem, (Jo 19:25-27)
O que se permite cuidar dela e deixar-se ser cuidado por ela, ((Jo 19:25-27)
O que divide a sua casa (vida) com a Mãe do seu Senhor com honras como fez Isabel sua prima (Lucas 1,43)
O que convive com a Mãe do Mestre e por isso tem uma espiritualidade bíblica e genuinamente cristã, ou seja, mariana. (Jo 19,27; At 1:12-14; 2:1)

Eis o discípulo amado do Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria de Nazaré e filho adotivo de José seu castíssimo esposo:

Ø  Esposa do Espírito Santo, (Lc 1:35; 1:41,46)
Ø  Filha predileta do Pai, (Lc 1:38; Jo 2:5)
Ø  Mãe do Filho de Deus, Nosso Senhor, (Lc 1:35; Jo 19:26)
Ø  Mãe dos seguidores de Jesus Cristo, cristãos, por ordem do seu Filho Amado. (Jo 19:25-27)

Como ainda podemos ter dúvidas?
 _____
Por catequista Josivaldo Alves de Aquino
Diocese de Tocantinópolis
Comissão de Animação Bíblico Catequética do Regional Norte 3 da CNBB.
Pós-graduando em Estudos Bíblicos no Novo Testamento, pela UniCesumar.
Araguaína, Tocantins - dezembro de 2019.

Deus seja louvado!

Baixe o texto em PDF

terça-feira, 20 de agosto de 2019

3ª TURMA DE TEOLOGIA


Terceira Turma de Teologia do Pólo de Tocantinópolis
Agosto de 2019

A ESCOLA DE TEOLOGIA PARA LEIGOS PAULO VI da Diocese de Tocantinópolis-TO
É um projeto aprovado no 3º Plano Diocesano de Pastoral (2011-2013) com um Polo em Araguaína-TO e outro em Tocantinópolis-TO.

A Escola tem como objetivo “proporcionar aos cristãos leigos e leigas reflexão e aprofundamento para sua fé e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o Reino de Deus”.  BISPO DIOCESANO DOM GIOVANE PEREIRA DE MELO


terça-feira, 12 de março de 2019

ENCONTRO de atualização TEOLÓGICA para os cristãos leigos e leigas das escolas de TEOLOGIA E CATEQUÉTICA


CARTA DO BISPO DOM GIOVANE

 Tocantinópolis, 12 de fevereiro de 2019

Amados irmãos presbíteros, diáconos, religiosos (as), ex-alunos (as) e atuais alunos (as) da Escola de Teologia para Leigos Paulo VI, Escola Catequética João Paulo II e lideranças em geral

Batizados e enviados!

Dando continuidade ao processo de formação permanente de lideranças leigas queremos convidar a todos para o encontro anual de atualização teológica para os cristãos leigos e leigas das Escolas de teologia e catequética que nesse ano tem como 
tema: 
Santíssima Trindade – uma reflexão a partir da comunidade eclesial.
O estudo da Santíssima Trindade, à luz da experiência eclesial, quer ser um instrumento valido e oportuno, que nos possibilite à vivencia madura da fé, nos motive a fazer nossa vida um verdadeiro ícone da Trindade e nos desperte para dar gloria ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo (cf. Santíssima Trindade – uma reflexão a partir da comunidade eclesial, Pe. Nelito Dornelas, p.3).

Favor anotar essas informações:
Data: 15,16,17 de março próximo com início dia 15/03 às 19:30 hs. E termino dia 17/03
Local: auditório do Colégio Santa Cruz, Araguaína, TO
Custos da inscrição: para quem não precisa de alimentação e hospedagem – R$ 20,00
Assessoria: Pe. Nelito Dornelas, graduado em filosofia e teologia pela PUC – Minas; especialista em Psicanalise clínica, PNL, Eneagrama, Grafoanálise, Teologia Pastoral Latino Americana, Ecumenismo, Teologia das Religiões e Segurança Alimentar, Assessor da CNBB na área social, conselheiro nacional de Economia Solidaria, articulou a quinta semana social brasileira da CNBB, pertence ao clero da Diocese de Governador Valadares onde é pároco e coordena a Caritas Diocesana.

BISPO DOM GIOVANE
Diocese de Tocantinópolis-to


FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI


DOWNLOAD da carta CLIQUE AQUI 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A cultura do cuidado e acompanhamento na catequese


A cultura do cuidado e acompanhamento na catequese




A iniciação a vida cristã íntegra só acontece pra valer, onde acontece UMA CULTURA DO CUIDADO OU DO ACOMPANHAMENTO DAS PESSOAS despertadas e batizadas EM PEQUENA COMUNIDADE em todos os aspectos, situações ou dimensões humanas iluminadas pela doutrina da fé de acordo com a proposta do Ano Santo da Misericórdia.

O batizado é considerado um fiel discípulo missionário se caminha em pequena comunidade, isso acontece a partir do anúncio e do encontro pessoal e forte com a pessoa de Jesus Cristo.

A catequese, enquanto ensinamento da doutrina da fé, sem levar em conta o despertar, o nascer, ou o encontro pessoal com a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo que sempre acontece através do anuncio Querigmático, é como dar alimento para cadáver que não tem vida. O mesmo se diz quando se tem a  catequese sem ter o mínimo de acompanhamento pessoal da comunidade eclesial, é como aplicar uma disciplina escolar (português, matemática, etc.) que faz as pessoas a terem um relacionamento de conhecimento (de alunos apenas) e não de fiéis discípulos missionários de Cristo, pois, o discípulo caminha tendo em conta a centralidade na Eucaristia e na Palavra e faz a missão de Cristo acontecer.

Sabemos que a família hoje, de forma geral, encontra-se submetida a uma crise difícil de superar. Constatamos as debilidades de vínculos conjugais e fraternos, a ausência do pai ou da mãe, a sobrecarga de tarefas da mulher e a consequente desorientação dos filhos. Os fatores que influem são diversos: a mobilidade humana que cria distância entre seus membros agravando sua desintegração; filosofias e culturas que despersonalizam; meios de comunicação consumistas e hedonistas (busca pelo prazer) que manipulam; sistemas políticos e econômicos corruptos que criam ilusões; a informática que é oportunidade e ao mesmo tempo é risco perante os valores; a ruptura de tradição valiosa; novas correntes pseudo-éticas que criam comportamentos díspares (diferentes); pragmatismo que ofendem a pessoa. A ação catequética enquanto parte do Processo de IVCí deve assumir estes problemas como conteúdo ao invés de ignorá-los.
Convém recuperar a capacidade educadora da família que vai além dos avôs, tios e responsáveis pela criança e pelo jovem. No contexto atual é importante potencializar o papel do padrinho e da madrinha no processo de IVCí em todo caso, a pequena comunidade eclesial oferecerá acompanhamento presencial, pessoal e grupal ao longo de todo o processo de crescimento na fé. (cf. 59 da III semana latino Americana de Catequese)

Padre Rúsio de Sousa Brito assessor da catequese, sobre os princípios norteadores para o processo de IVC hoje. (GUIA PEDAGÓGICO PARA O PROCESSO DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ ÍNTEGRA – CONSTRUINDO NOVOS PARADIGMAS, Cap. II pg. 9, 10, 19, 2018
IVCí – Iniciação a Vida Cristã Íntegra

Acompanhar e integrar
O processo de Iniciação à Vida Cristã realizado por tempos e etapas, ao ser concluído, implica o envolvimento constante da comunidade em favor dos iniciados. Ela os acompanhará, por meio da oração pela sua perseverança... Garantirá sua formação continuada para aprofundar a fé, especialmente diante das novas questões e situações ao longo da vida. Estimulará os iniciados a participar da vida comunitária e a engajar-se nas grandes causas da sociedade. (Doc. 107 CNBB, n. 176)
Para sustentar o discípulo missionário, a Igreja oferece além do Pão da Palavra, o Pão da Eucaristia. A participação na celebração do Dia do Senhor alimenta o compromisso da evangelização e o impulso à solidariedade; desperta no cristão o forte desejo de anunciar o Evangelho e testemunhá-lo na sociedade. (Doc. 107 CNBB, n. 177)
___________________
Para ajudar o catequista na sua tarefa de iniciar o catequizando no Mistério, disponibilizamos um recurso indispensável, O DIÁRIO DO CATEQUISTA

Acesse o link abaixo e baixe o seu DIÁRIO DO CATEQUISTA

                                                             DOWNLOAD

Abraço fraterno do catequista Josivaldo Alves

domingo, 27 de janeiro de 2019

URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA



URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA


Documento 102 da CNBB 
CAPÍTULO III


30. Diante da realidade que se transforma, a Igreja “em saída” é convocada a superar uma pastoral de mera conservação ou manutenção para assumir uma pastoral decididamente missionária, numa atitude que é chamada de conversão pastoral, como caminho da ação evangelizadora. Voltar às fontes e recomeçar a partir de Jesus Cristo, faz a Igreja superar a tentação de ser autor referencial e a coloca no caminho do amor-serviço aos sofredores desta terra.

31. Neste contexto emergem 05 urgências na evangelização que precisam estar presentes nos processos de planejamento pastoral das Igrejas particulares e instituições eclesiais. Tais urgências dizem respeito à busca de caminhos para a vivência e a transmissão da . Elas são elo entre tudo que se faz em termos de evangelização no Brasil. Põem a Igreja “em movimento de saída de si mesma, de missão centrada em Jesus Cristo, de entrega aos pobres”.

3.1. IGREJA EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO
“Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo!” (Mc16,15)

3.2. IGREJA: CASA DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
“Paulo e Silas anunciaram a Palavra do Senhor ao carcereiro e a todos os da sua casa. E, imediatamente, foi batizado, junto com todos os seus familiares” (At 16,32s)

3.3. IGREJA: LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA, DA VIDA E DA PASTORAL.
“Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça” (2Tm 3,16).

3.4. IGREJA: COMUNIDADE DE COMUNIDADES
“Sois uma raça escolhida, um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus” (1Pd 2,9).

3.5. IGREJA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS
“Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10)
______________________________
Isso quer dizer que a aplicação das URGÊNCIAS acontece na Pastoral ou Grupo da igreja.
Todo o esforço, dedicação e zelo apostólico do líder de pastoral deve ser aplicar as URGÊNCIAS da evangelização no seu grupo, o tornando:
Grupo em estado permanente de missão,
Grupo, lugar de iniciação a vida cristã,
Grupo, lugar de animação bíblica, da vida e da pastoral,
Grupo, comunidade de comunidades, ou seja, está em comunhão com os outros grupos,
Grupo a serviço da vida plena para todos, ou seja, assiste os mais necessitados.

VALE SE PERGUNTAR - O que devo fazer como líder,
Para que o grupo que participo esteja em estado permanente de missão?
Para que o grupo seja lugar de iniciação a vida cristã?
Para que o grupo seja lugar de animação bíblica, da vida e da pastoral?
Para que o grupo esteja em comunhão com os outros grupos da comunidade?
Para que o grupo esteja a serviço da vida plena para todos?

As respostas a estas perguntas inquietam o líder de pastoral e o leva a cumprir sua missão a que foi chamado – coordenar o grupo para que cumpra sua missão e atinja seus objetivos gerando frutos 100 por um (Mt. 13,8)

“DEUS NÃO ESCOLHE OS CAPACITADOS, MAS CAPACITA OS ESCOLHIDOS”

Observando as URGÊNCIAS,
O que seu grupo pode oferecer durante este ano de 2019 para nutrir a fé e tornar os irmãos e irmãs da comunidade em discípulos missionários?

Essencialmente as URGÊNCIAS são cinco ações:
Ação Missionária, (atividades de missão)
Ação de iniciação cristã, (atividades para iniciar novas pessoas no grupo)
Ação de animação Bíblica, (atividades que motive o uso da bíblia)
Ação de comunhão e Ação a serviço da vida, (atividades que promovem o bem estar social)
RESTA-TE REUNIR COM O GRUPO E DEFINIR AS AÇÕES


Clique abaixo para fazer o download do texto em PDF

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TEXTO DAS URGÊNCIAS 2015-2019

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segunda-feira, 14 de maio de 2018

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A conversão pastoral

       

Documento de Aparecida

 370. A conversão pastoral de nossas comunidades exige que passemos de uma pastoral de mera conservação a uma pastoral decididamente missionária. Assim, será possível que "o único programa do Evangelho continue a ser introduzido na história de cada comunidade eclesial" (NMI 12) com novo ardor missionário, tornando a Igreja manifesta como uma mãe que se encontra, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.
_______________
A conversão pastoral é uma necessidade urgente.
   O modelo das primeiras comunidades cristãs relatada pelo evangelista Lucas em Atos dos Apóstolos 2, 42-47, retrata a dinâmica da vida comunitária conforme a proposta do mestre.
"Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações." (v. 42) "louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação." (v. 47)

A conversão pessoal gera a conversão da Pastoral.
   Não se pode esperar que uma pastoral se torne missionária se seus membros insistem em comportar-se como pseudo convertidos. É preciso converter-se de uma vez por todas aos ensinamentos do mestre de Nazaré.
"Rasgai vossos corações e não vossas vestes; voltai ao Senhor vosso Deus, porque ele é bom e compassivo, longânime e indulgente, pronto a arrepender-se do castigo que inflige." (Joel 2, 13)

Ela exige que se abandone as velhas estruturas.
   O episódio do Evangelho de Mateus 10, 1-15 quando reúne os discípulos para enviar-lhes a missão diz claramente como o mestre quer o trabalho realizado pelos operários.
"ide antes às ovelhas que se perderam da casa de Israel. Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!" (Mateus 10, 6-8)

A mudança é necessária para o anúncio eficiente do Evangelho.
   As DGAE 2015-2019, faz uma leitura da realidade quando diz
Vivemos uma época de transformações profundas. Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”.” (v. nº 19)
"Isso é tanto mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé."  (Romanos 13, 11)

É preciso um novo ardor missionário.
   Refazer as forças, superar o comodismo, sair da zona de conforto e renovar as forças é a palavra de ordem.
"Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito." (Romanos 12, 1-2)

Como operários, a palavra de ordem é cuidar do rebanho do mestre.
   Na conversa do mestre com o discípulo escolhido, (João 21, 1-25) logo depois da ressurreição no episódio da Aparição na Galileia, o apóstolo eternizou o desejo do dono do rebanho:
“Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros." (v. 16)

Só será possível cuidar do rebanho se a Pastoral for decididamente missionária!
   “Ser verdadeiro discípulo missionário exige o vínculo efetivo e afetivo com a comunidade dos que descobriram fascínio pelo mesmo Senhor. Ele sabe que exerce sua missão na Igreja, “em saída”.” (DGAE 2015-2019 nº 13)
"porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5). .Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? .E como pregarão, se não forem enviados, como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que anunciam as boas novas (Is 52,7)?" 

 Abraço fraterno do catequista Josivaldo.