Diretório para a Catequese
Ed. atualizada 2020
O Novo Diretório de Catequese redigido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização (CPPNE) é um documento que dará atenção particular a muitas temáticas da sociedade atual relacionadas com a educação cristã, O material irá proporcionar direcionamento para a cultura digital, a formação de catequistas, a pastoral e a catequese inclusiva. Foi pensado na necessidade de implementar um novo documento do catecismo que refletisse a dimensão da nova evangelização, ajudando a compreender os esforços pastorais.
CLIQUE
NOVO DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE
Teólogo, Catequeta, Coach, Neuro psicopedagogo, Terapeuta, Palestrante, Músico, Ti e Escritor
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quinta-feira, 25 de junho de 2020
domingo, 1 de março de 2020
Introdução à Teologia
Introdução
à Teologia
Primeira
disciplina da escola de teologia para leigos Paulo VI da Diocese de Tocantinópolis-TO, Polo de Araguaína-TO
Turma 2020
TEOLOGIA
Ciência
ou estudo que se ocupa de Deus, de sua natureza e seus atributos e de suas
relações com o homem e com o universo. Conjunto dos princípios de uma religião;
doutrina.
Teologia cristã é o estudo da crença e prática
cristã. Esse estudo concentra-se principalmente nos textos do Antigo Testamento
e do Novo Testamento, bem como na tradição cristã.
A
RAZÃO DA ESPERANÇA
“Estai
sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a
razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito” (1Pe 3,15)
"Compreender
para crer, crer para compreender" SANTO AGOSTINHO
A
VOCAÇÃO DO TEÓLOGO
Entre as vocações suscitadas na Igreja
pelo Espírito, distingue-se a do teólogo, que em modo particular tem a função
de adquirir, em comunhão com o Magistério, uma compreensão sempre mais profunda
da Palavra de Deus contida na Escritura inspirada e transmitida pela Tradição
viva da Igreja.
Por sua natureza a fé se apela à
inteligência, porque desvela ao homem a verdade sobre o seu destino e o caminho
para o alcançar. Mesmo sendo a verdade revelada superior a todo o nosso falar,
e sendo os nossos conceitos imperfeitos frente à sua grandeza, em última
análise insondável (cf. Ef 3, 19), ela convida porém a razão —
dom de Deus feito para colher a verdade — a entrar na sua luz, tornando-se
assim capaz de compreender, em certa medida, aquilo em que crê.
A ciência teológica, que respondendo ao
convite da verdade, busca a inteligência da fé, auxilia o Povo de Deus, de
acordo com o mandamento do Apóstolo (cf. 1 Pd 3, 15), a dar
razão da própria esperança, àqueles que a pedem.
______________
Da
CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
INSTRUÇÃO DONUM VERITATIS SOBRE A VOCAÇÃO ECLESIAL DO TEÓLOGO
A
SAGRADA ESCRITURA É
A ALMA DA SAGRADA TEOLOGIA
(Dei
Verbum, 24)
“A
sagrada Teologia apoia-se, como em seu fundamento perene, na palavra de Deus
escrita e na sagrada Tradição, e nela se consolida firmemente e sem cessar se
rejuvenesce, investigando, à luz da fé, toda a verdade contida no mistério de
Cristo. As Sagradas Escrituras contêm a palavra de Deus, e, pelo facto de serem
inspiradas, são verdadeiramente a palavra de Deus; e por isso, o estudo destes
sagrados livros deve ser como que a alma da sagrada teologia (3). Também o
ministério da palavra, isto é, a pregação pastoral, a catequese, e toda a
espécie de instrução cristã, na qual a homilia litúrgica deve ter um lugar
principal, com proveito se alimenta e santamente se revigora com a palavra da
Escritura.” (Papa
Bento XVI Exortação Apostólica, Constituição dogmática Dei
Verbum)
“A Igreja venerou
sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não
deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis
o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo. Sempre
as considerou, e continua a considerar, juntamente com a sagrada Tradição, como
regra suprema da sua fé” (Dei Verbum 21)
A
IGREJA, LUGAR ORIGINÁRIO DA HERMENÊUTICA DA BÍBLIA
(Dei
Verbum 29-30)
“Só o contexto eclesial
permite à Sagrada Escritura ser entendida como autêntica Palavra de Deus, que
se converte em guia, norma e regra para a vida da Igreja e em crescimento
espiritual dos crentes."
“Deus
se revelou na história, é narrado na Bíblia e foi compreendido na
Igreja.” (Pe. Marciano Guerra | abril de 2018 | Curso de Teologia para
Leigos – Caxias do Sul)
O
QUE FAZ A TEOLOGIA?
“O
desenvolvimento da teologia consiste em haurir dos predecessores, enriquecer o
dom recebido e transmiti-lo aos sucessores.” (Estudar, aprender e ensinar)
A
INTERPRETAÇÃO DA
SAGRADA ESCRITURA (o método)
Sentido
literal e sentido espiritual (Dei Verbum, 37)
O
Concílio Vaticano II indica três critérios para a interpretação da Sagrada
Escritura, recordados pela Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum
Domini:
1)
“Interpretar o texto tendo presente a unidade de toda a Escritura; isso, hoje,
chama-se exegese canônica;
2)
Ter presente a Tradição viva de toda a igreja;
3)
Observar a analogia da fé. Somente quando se observam os dois níveis
metodológicos, histórico-crítico e teológico, é que se pode falar de uma exegese
teológica, de uma exegese adequada a este Livro” (DV, n.12; VD, n. 34)
Abaixo,
Documentos
da Igreja para estudo da Sagrada Escritura.
CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA DEI VERBUM SOBRE A REVELAÇÃO DIVINA
DOWNLOADDIVINO AFFLANTE SPIRITU sobre os estudos bíblicos
DOWNLOAD
A INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA NA IGREJA Pontifícia Comissão Biblica
DOWNLOAD
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA VERBUM DOMINI
DOWNLOAD
CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA DEI FILIUS
DOWNLOAD
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO
A
Escola de Teologia para Leigos, São Paulo VI, Aprovada em 2013,
ACESSE NO FACEBOOK
É uma
atividade de formação permanente dos cristãos leigos e leigas da Diocese de
Tocantinópolis e tem como objetivo:
“proporcionar
aos cristãos, leigos e leigas, reflexão e aprofundamento para sua fé e prática
evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas famílias,
nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja
contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o
Reino de Deus”.
Com dois pólos na Diocese
nas cidades de Araguaína e Tocantinópolis
3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO
Com a disciplina de Iniciação a Vida Cristã.
Uma experiência inesquecível com pessoas apaixonadas pela missão e entusiasmadas em aprofundar o conhecimento sobre a fé cristã.
domingo, 8 de dezembro de 2019
Deus, na companhia de Maria
Por que Jesus quis dar sua Mãe, como
mãe, ao discípulo que ele mais amava?
Teologia Simples
Teologia
Mariana
(Deus, em
Maria de Nazaré)
Analisemos a
maternidade de Maria estendida aos seguidores do Mestre, a partir do Evangelho
de São João:
"Não
encontra quem quiser encontrar Cristo sem cruz. Impossível é sem Maria
encontrar também Jesus. Como não há cruz sem Cristo e não há Cristo sem cruz.
Não há Jesus sem Maria nem Maria sem Jesus" (PE. ANTÔNIO MARIA)
São João,
Cap.19
Contexto
Bíblico: julgamento
e crucificação de Jesus Cristo: Pilatos mandou então flagelar Jesus (v.1);
seria morto por ter se declarado filho de Deus (v.7); julgamento de Jesus
(v.13); era a preparação para a Páscoa (v.14); ali o crucificaram ao lado de
dois ladrões (v.18)
"25.
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher
de Cléofas, e Maria Madalena."
INTERPRETAÇÃO
"junto
a cruz de Jesus"
O lugar de
Maria é ao lado do Filho de Deus, o Messias, Jesus Cristo, seu filho e todos os
que estão com a Mãe, estão com o filho.
"26.
Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe:
Mulher, eis aí teu filho."
INTERPRETAÇÃO
"Jesus
viu sua mãe"
“Ver” na Bíblia
corresponde a contemplar, admirar, valorizar.
Jesus Cristo, o
Senhor, colocou sua Mãe em lugar privilegiado no plano de salvação.
"perto
dela o discípulo"
"Perto"
supõe próximo, ao lado, junto, com, na companhia dela.
O discípulo
deve estar ao lado da Mãe do filho de Deus.
"O
discípulo que amava"
Não se pode
negar que o discípulo predileto do Mestre é o que se encontra ao lado da sua
Mãe, na sua companhia, certamente com a espiritualidade mariana. Porque nos
tornamos parecidos com quem convivemos. Fato.
"Mulher,
eis aí teu filho"
Aqui, o Mestre
apresenta seu discípulo 'amado' à sua Mãe e o dá como filho. O discípulo
representa o grupo de seguidores do Mestre, a igreja, que é dada em João,
discípulo amado, por filhos à Mãe do Salvador.
"27.
Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a
levou para a sua casa."
INTERPRETAÇÃO
"eis
aí tua mãe"
Aqui, o Mestre
apresenta a sua Mãe para o discípulo amado, que representa a igreja, comunidade
de seguidores de Jesus Cristo e o dá como filho à sua Mãe.
"e
dessa hora em diante"
Aqui, o
elemento 'tempo' (dessa hora em diante) aparece para indicar o período
completo. Do início ao fim da vida e até a eternidade com Deus.
"O
discípulo a levou para a sua casa"
O escritor
afirma o que é histórico.
'Levar para sua
casa', (verbo de ação) significa que ele a aceitou como Mãe, pelo Salvador. Que
a amou como o seu Mestre quis que a amasse. Vivendo com ela. Cuidando dela e
sendo cuidado por ela. O escritor sagrado quis deixar para as futuras gerações,
que o 'discípulo amado' do Mestre, (o que está na companhia de sua Mãe) deve a
levar para sua casa e viver com ela até a eternidade.
___________
Bíblia Ave
Maria, como fonte.
A partir desta reflexão bíblica de João 19,25-27
Quem é o discípulo amado do Mestre?
O
discípulo amado do Mestre (Jesus Cristo) é:
O que
faz sua vontade legítima e justa, (Lc 1:38; Jo 2:5)
O que
cumpre seus ensinamentos, (Jo 14:15)
O que
é obediente às suas ordens, (Jo 14:15)
O que
está na companhia de sua Mãe, (Jo 19:25-27)
O que
acolhe a sua Mãe em obediência à sua ordem, (Jo 19:25-27)
O que
se permite cuidar dela e deixar-se ser cuidado por ela, ((Jo 19:25-27)
O que
divide a sua casa (vida) com a Mãe do seu Senhor com honras como fez Isabel sua
prima (Lucas 1,43)
O que
convive com a Mãe do Mestre e por isso tem uma espiritualidade bíblica e genuinamente
cristã, ou seja, mariana. (Jo 19,27; At 1:12-14; 2:1)
Eis o
discípulo amado do Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho
de Maria de Nazaré e filho adotivo de José seu castíssimo esposo:
Ø Esposa
do Espírito Santo, (Lc 1:35; 1:41,46)
Ø Filha
predileta do Pai, (Lc 1:38; Jo 2:5)
Ø Mãe do
Filho de Deus, Nosso Senhor, (Lc 1:35; Jo 19:26)
Ø
Mãe dos seguidores de Jesus Cristo, cristãos, por
ordem do seu Filho Amado. (Jo 19:25-27)
Como ainda podemos ter dúvidas?
_____
Por catequista Josivaldo Alves de Aquino
Diocese de Tocantinópolis
Comissão de Animação Bíblico Catequética do Regional Norte 3 da
CNBB.
Pós-graduando em Estudos
Bíblicos no Novo Testamento, pela UniCesumar.
Araguaína,
Tocantins - dezembro de 2019.
Baixe o texto em PDF
terça-feira, 20 de agosto de 2019
3ª TURMA DE TEOLOGIA
Terceira Turma de Teologia do Pólo de Tocantinópolis
Agosto de 2019
A ESCOLA DE TEOLOGIA PARA LEIGOS PAULO VI da Diocese de Tocantinópolis-TO
É um projeto aprovado no 3º Plano Diocesano de
Pastoral (2011-2013) com um Polo em Araguaína-TO e outro em Tocantinópolis-TO.
A Escola tem como objetivo “proporcionar
aos cristãos leigos e leigas reflexão e aprofundamento para sua fé
e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas
famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja
contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o
Reino de Deus”. BISPO DIOCESANO DOM
GIOVANE PEREIRA DE MELO
terça-feira, 12 de março de 2019
ENCONTRO de atualização TEOLÓGICA para os cristãos leigos e leigas das escolas de TEOLOGIA E CATEQUÉTICA
CARTA DO BISPO
DOM GIOVANE
Tocantinópolis, 12 de fevereiro de 2019
Amados
irmãos presbíteros, diáconos, religiosos (as), ex-alunos (as) e atuais alunos
(as) da Escola de Teologia para Leigos Paulo VI, Escola Catequética João Paulo
II e lideranças em geral
Batizados
e enviados!
Dando
continuidade ao processo de formação permanente de lideranças leigas queremos
convidar a todos para o encontro anual de atualização teológica para os
cristãos leigos e leigas das Escolas de teologia e catequética que nesse
ano tem como
tema:
Santíssima Trindade – uma reflexão a partir da comunidade
eclesial.
O
estudo da Santíssima Trindade, à luz da experiência eclesial, quer ser um
instrumento valido e oportuno, que nos possibilite à vivencia madura da fé, nos
motive a fazer nossa vida um verdadeiro ícone da Trindade e nos desperte para
dar gloria ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo (cf. Santíssima
Trindade – uma reflexão a partir da comunidade eclesial, Pe. Nelito Dornelas,
p.3).
Favor
anotar essas informações:
Data:
15,16,17 de março próximo com início dia 15/03 às 19:30 hs. E termino dia 17/03
Local: auditório do
Colégio Santa Cruz, Araguaína, TO
Custos
da inscrição: para quem não precisa de alimentação e hospedagem – R$
20,00
Assessoria: Pe.
Nelito Dornelas, graduado em filosofia e teologia pela PUC – Minas;
especialista em Psicanalise clínica, PNL, Eneagrama, Grafoanálise, Teologia
Pastoral Latino Americana, Ecumenismo, Teologia das Religiões e Segurança
Alimentar, Assessor da CNBB na área social, conselheiro nacional de Economia
Solidaria, articulou a quinta semana social brasileira da CNBB, pertence ao
clero da Diocese de Governador Valadares onde é pároco e coordena a Caritas
Diocesana.
BISPO DOM GIOVANE
DOWNLOAD da carta CLIQUE AQUI
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
A cultura do cuidado e acompanhamento na catequese
A cultura do cuidado e
acompanhamento na catequese
A iniciação a vida cristã íntegra só acontece pra valer,
onde acontece UMA CULTURA DO CUIDADO OU DO ACOMPANHAMENTO DAS PESSOAS
despertadas e batizadas EM PEQUENA COMUNIDADE em todos os aspectos, situações
ou dimensões humanas iluminadas pela doutrina da fé de acordo com a proposta do
Ano Santo da Misericórdia.
O
batizado é considerado um fiel discípulo missionário se caminha em
pequena comunidade, isso acontece a partir do anúncio e do encontro pessoal e
forte com a pessoa de Jesus Cristo.
A catequese, enquanto ensinamento da doutrina da
fé, sem levar em conta o despertar, o nascer, ou o encontro pessoal com a
pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo que sempre acontece através do anuncio
Querigmático, é como dar alimento para cadáver que não tem vida. O mesmo se diz
quando se tem a catequese sem ter o
mínimo de acompanhamento pessoal da comunidade eclesial, é como aplicar uma
disciplina escolar (português, matemática, etc.) que faz as pessoas a terem um
relacionamento de conhecimento (de alunos apenas) e não de fiéis discípulos
missionários de Cristo, pois, o discípulo caminha tendo em conta a centralidade
na Eucaristia e na Palavra e faz a missão de Cristo acontecer.
Sabemos
que a família hoje, de forma geral, encontra-se submetida a uma crise difícil
de superar. Constatamos as debilidades de vínculos conjugais e fraternos, a
ausência do pai ou da mãe, a sobrecarga de tarefas da mulher e a consequente
desorientação dos filhos. Os fatores que influem são diversos: a mobilidade
humana que cria distância entre seus membros agravando sua desintegração;
filosofias e culturas que despersonalizam; meios de comunicação consumistas e
hedonistas (busca pelo prazer) que manipulam; sistemas políticos e econômicos
corruptos que criam ilusões; a informática que é oportunidade e ao mesmo tempo
é risco perante os valores; a ruptura de tradição valiosa; novas correntes
pseudo-éticas que criam comportamentos díspares (diferentes); pragmatismo que
ofendem a pessoa. A ação catequética enquanto parte do Processo de IVCí deve
assumir estes problemas como conteúdo ao invés de ignorá-los.
Convém
recuperar a capacidade educadora da família que vai além dos avôs, tios e
responsáveis pela criança e pelo jovem. No contexto atual é importante
potencializar o papel do padrinho e da madrinha no processo de IVCí em todo
caso, a pequena comunidade eclesial oferecerá acompanhamento presencial,
pessoal e grupal ao longo de todo o processo de crescimento na fé. (cf. 59 da
III semana latino Americana de Catequese)
Padre Rúsio de Sousa Brito assessor da catequese, sobre os princípios norteadores para o processo de IVC hoje. (GUIA PEDAGÓGICO PARA O PROCESSO DE INICIAÇÃO À
VIDA CRISTÃ ÍNTEGRA – CONSTRUINDO NOVOS PARADIGMAS, Cap. II pg. 9, 10, 19, 2018
IVCí – Iniciação a Vida
Cristã Íntegra
Acompanhar
e integrar
O processo de Iniciação à Vida Cristã realizado por
tempos e etapas, ao ser concluído, implica o envolvimento constante da comunidade
em favor dos iniciados. Ela os acompanhará, por meio da oração pela sua
perseverança... Garantirá sua formação continuada para aprofundar a
fé, especialmente diante das novas questões e situações ao longo da vida. Estimulará
os iniciados a participar da vida comunitária e a engajar-se nas grandes
causas da sociedade. (Doc. 107 CNBB, n. 176)
Para sustentar o discípulo missionário, a Igreja
oferece além do Pão da Palavra, o Pão da Eucaristia. A participação na
celebração do Dia do Senhor alimenta o compromisso da evangelização e o impulso
à solidariedade; desperta no cristão o forte desejo de anunciar o Evangelho e
testemunhá-lo na sociedade. (Doc. 107 CNBB, n. 177)
___________________
Para ajudar
o catequista na sua tarefa de iniciar o catequizando no Mistério, disponibilizamos
um recurso indispensável, O DIÁRIO DO CATEQUISTA
Acesse
o link abaixo e baixe o seu DIÁRIO DO
CATEQUISTA
Abraço fraterno do catequista Josivaldo Alves
domingo, 27 de janeiro de 2019
URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA
URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA
Documento 102 da CNBB
CAPÍTULO III
30. Diante da
realidade que se transforma, a Igreja “em saída” é convocada a superar uma pastoral
de mera conservação ou manutenção para assumir uma pastoral decididamente
missionária, numa atitude que é chamada de conversão pastoral,
como caminho da ação evangelizadora. Voltar às fontes e recomeçar a partir de Jesus
Cristo, faz a Igreja superar a tentação de ser autor referencial e a coloca
no caminho do amor-serviço aos sofredores desta terra.
31. Neste contexto
emergem 05 urgências na
evangelização que precisam estar presentes nos processos de planejamento pastoral
das Igrejas particulares e instituições eclesiais. Tais urgências dizem
respeito à busca de caminhos para a vivência e a transmissão da fé.
Elas são elo entre tudo que se faz em termos de evangelização no Brasil. Põem a
Igreja “em movimento de saída de si mesma, de missão centrada em Jesus
Cristo, de entrega aos pobres”.
3.1. IGREJA EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO
“Ide pelo mundo
inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura! Quem crer e for batizado será
salvo!” (Mc16,15)
3.2. IGREJA: CASA DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
“Paulo e Silas
anunciaram a Palavra do Senhor ao carcereiro e a todos os da sua casa. E,
imediatamente, foi batizado, junto com todos os seus familiares” (At
16,32s)
3.3. IGREJA: LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA, DA VIDA E DA
PASTORAL.
“Toda Escritura é
inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para
educar conforme a justiça” (2Tm 3,16).
3.4. IGREJA: COMUNIDADE DE COMUNIDADES
“Sois uma raça
escolhida, um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus” (1Pd
2,9).
3.5. IGREJA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS
“Eu vim para que todos
tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10)
______________________________
Isso quer dizer que a
aplicação das URGÊNCIAS acontece na Pastoral ou Grupo da igreja.
Todo o esforço,
dedicação e zelo apostólico do líder de pastoral deve ser aplicar as URGÊNCIAS
da evangelização no seu grupo, o tornando:
Grupo em estado
permanente de missão,
Grupo, lugar de
iniciação a vida cristã,
Grupo, lugar de
animação bíblica, da vida e da pastoral,
Grupo, comunidade de
comunidades, ou seja, está em comunhão com os outros grupos,
Grupo a serviço da
vida plena para todos, ou seja, assiste os mais necessitados.
VALE SE
PERGUNTAR - O que devo fazer como líder,
Para que o grupo que
participo esteja em estado permanente de missão?
Para que o grupo seja
lugar de iniciação a vida cristã?
Para que o grupo seja
lugar de animação bíblica, da vida e da pastoral?
Para que o grupo
esteja em comunhão com os outros grupos da comunidade?
Para que o grupo
esteja a serviço da vida plena para todos?
As respostas a estas
perguntas inquietam o líder de pastoral e o leva a cumprir sua missão a que foi
chamado – coordenar o grupo para que cumpra sua missão e atinja seus objetivos
gerando frutos 100 por um (Mt. 13,8)
“DEUS NÃO ESCOLHE OS CAPACITADOS, MAS
CAPACITA OS ESCOLHIDOS”
Observando as
URGÊNCIAS,
O que seu grupo pode oferecer durante este ano
de 2019 para nutrir a fé e tornar os irmãos e irmãs da comunidade em discípulos
missionários?
Essencialmente as
URGÊNCIAS são cinco ações:
Ação Missionária, (atividades de missão)
Ação de iniciação cristã, (atividades para iniciar novas pessoas no grupo)
Ação de animação Bíblica, (atividades que motive o uso da bíblia)
Ação de comunhão e Ação a serviço da vida, (atividades que promovem o bem estar social)
RESTA-TE
REUNIR COM O GRUPO E DEFINIR AS AÇÕES
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TEXTO DAS URGÊNCIAS 2015-2019
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segunda-feira, 14 de maio de 2018
Sugestões para a Catequese de Crisma
Sugestões para a Catequese de Crisma
Catequista de Crisma, acesse o link e deixe sua contribuição!
Pastoral Catequética da Diocese de Tocantinópolis.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
A conversão pastoral
Documento de Aparecida
370. A conversão pastoral de nossas comunidades exige que passemos
de uma pastoral de mera conservação a uma pastoral decididamente missionária.
Assim, será possível que "o único programa do Evangelho continue a ser
introduzido na história de cada comunidade eclesial" (NMI 12) com novo
ardor missionário, tornando a Igreja manifesta como uma mãe que se encontra,
uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.
_______________
A conversão pastoral é uma necessidade urgente.
O modelo das primeiras comunidades cristãs relatada pelo evangelista
Lucas em Atos dos Apóstolos 2, 42-47, retrata a dinâmica da vida comunitária
conforme a proposta do mestre.
"Perseveravam eles na
doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas
orações." (v. 42) "louvando a Deus e cativando a simpatia de
todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da
salvação." (v. 47)
A conversão pessoal gera a conversão da Pastoral.
Não se pode esperar que uma pastoral
se torne missionária se seus membros insistem em comportar-se como pseudo
convertidos. É preciso converter-se de uma vez por todas aos ensinamentos do
mestre de Nazaré.
"Rasgai vossos corações e não
vossas vestes; voltai ao Senhor vosso Deus, porque ele é bom e compassivo,
longânime e indulgente, pronto a arrepender-se do castigo que inflige." (Joel
2, 13)
Ela exige que se abandone as velhas estruturas.
O episódio do Evangelho de
Mateus 10, 1-15 quando reúne os discípulos para enviar-lhes a missão diz claramente
como o mestre quer o trabalho realizado pelos operários.
"ide antes às ovelhas que se
perderam da casa de Israel. Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus
está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos,
expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!" (Mateus
10, 6-8)
A mudança é necessária para o anúncio eficiente do Evangelho.
As DGAE 2015-2019, faz uma
leitura da realidade quando diz
“Vivemos uma época
de transformações profundas. Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”.” (v. nº 19)
"Isso é tanto mais importante
porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A
salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé." (Romanos 13, 11)
É preciso um novo ardor missionário.
Refazer as forças, superar o
comodismo, sair da zona de conforto e renovar as forças é a palavra de ordem.
"Eu vos exorto, pois, irmãos,
pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo,
santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis
com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que
possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o
que é perfeito." (Romanos 12, 1-2)
Como operários, a palavra de ordem é cuidar do
rebanho do mestre.
Na conversa do mestre com o
discípulo escolhido, (João 21, 1-25) logo depois da ressurreição no episódio da
Aparição na Galileia, o apóstolo eternizou o desejo do dono do rebanho:
“Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me?
Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os
meus cordeiros." (v. 16)
Só será possível cuidar do rebanho se a Pastoral
for decididamente missionária!
“Ser verdadeiro discípulo missionário
exige o vínculo
efetivo e afetivo com a comunidade dos que descobriram fascínio pelo mesmo Senhor. Ele sabe que
exerce sua missão na Igreja,
“em saída”.” (DGAE 2015-2019 nº 13)
"porque
todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5). .Porém, como
invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram
falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? .E como pregarão, se
não forem enviados, como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que
anunciam as boas novas (Is 52,7)?"
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