terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO

A Escola de Teologia para Leigos, São Paulo VI, Aprovada em 2013,

É uma atividade de formação permanente dos cristãos leigos e leigas da Diocese de Tocantinópolis e tem como objetivo:

“proporcionar aos cristãos, leigos e leigas, reflexão e aprofundamento para sua fé e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o Reino de Deus”.

Com dois pólos na Diocese
nas cidades de Araguaína e Tocantinópolis
3º ano de Teologia, ARAGUAÍNA-TO
Com a disciplina de Iniciação a Vida Cristã. 
Uma experiência inesquecível com pessoas apaixonadas pela missão e entusiasmadas em aprofundar o conhecimento sobre a fé cristã.

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domingo, 8 de dezembro de 2019

Deus, na companhia de Maria



Por que Jesus quis dar sua Mãe, como mãe, ao discípulo que ele mais amava?
Teologia Simples
Teologia Mariana
(Deus, em Maria de Nazaré)

Analisemos a maternidade de Maria estendida aos seguidores do Mestre, a partir do Evangelho de São João:

"Não encontra quem quiser encontrar Cristo sem cruz. Impossível é sem Maria encontrar também Jesus. Como não há cruz sem Cristo e não há Cristo sem cruz. Não há Jesus sem Maria nem Maria sem Jesus" (PE. ANTÔNIO MARIA)

São João, Cap.19
Contexto Bíblico: julgamento e crucificação de Jesus Cristo: Pilatos mandou então flagelar Jesus (v.1); seria morto por ter se declarado filho de Deus (v.7); julgamento de Jesus (v.13); era a preparação para a Páscoa (v.14); ali o crucificaram ao lado de dois ladrões (v.18)

"25. Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena."
INTERPRETAÇÃO
"junto a cruz de Jesus"
O lugar de Maria é ao lado do Filho de Deus, o Messias, Jesus Cristo, seu filho e todos os que estão com a Mãe, estão com o filho.

"26. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho."
INTERPRETAÇÃO
"Jesus viu sua mãe"
“Ver” na Bíblia corresponde a contemplar, admirar, valorizar.
Jesus Cristo, o Senhor, colocou sua Mãe em lugar privilegiado no plano de salvação.
"perto dela o discípulo"
"Perto" supõe próximo, ao lado, junto, com, na companhia dela.
O discípulo deve estar ao lado da Mãe do filho de Deus.
"O discípulo que amava"
Não se pode negar que o discípulo predileto do Mestre é o que se encontra ao lado da sua Mãe, na sua companhia, certamente com a espiritualidade mariana. Porque nos tornamos parecidos com quem convivemos. Fato.
"Mulher, eis aí teu filho"
Aqui, o Mestre apresenta seu discípulo 'amado' à sua Mãe e o dá como filho. O discípulo representa o grupo de seguidores do Mestre, a igreja, que é dada em João, discípulo amado, por filhos à Mãe do Salvador.

"27. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa."
INTERPRETAÇÃO
"eis aí tua mãe"
Aqui, o Mestre apresenta a sua Mãe para o discípulo amado, que representa a igreja, comunidade de seguidores de Jesus Cristo e o dá como filho à sua Mãe.
"e dessa hora em diante"
Aqui, o elemento 'tempo' (dessa hora em diante) aparece para indicar o período completo. Do início ao fim da vida e até a eternidade com Deus.
"O discípulo a levou para a sua casa"
O escritor afirma o que é histórico.
'Levar para sua casa', (verbo de ação) significa que ele a aceitou como Mãe, pelo Salvador. Que a amou como o seu Mestre quis que a amasse. Vivendo com ela. Cuidando dela e sendo cuidado por ela. O escritor sagrado quis deixar para as futuras gerações, que o 'discípulo amado' do Mestre, (o que está na companhia de sua Mãe) deve a levar para sua casa e viver com ela até a eternidade.
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Bíblia Ave Maria, como fonte.

A partir desta reflexão bíblica de João 19,25-27
Quem é o discípulo amado do Mestre?

O discípulo amado do Mestre (Jesus Cristo) é:
O que faz sua vontade legítima e justa, (Lc 1:38; Jo 2:5)
O que cumpre seus ensinamentos, (Jo 14:15)
O que é obediente às suas ordens, (Jo 14:15)
O que está na companhia de sua Mãe, (Jo 19:25-27)
O que acolhe a sua Mãe em obediência à sua ordem, (Jo 19:25-27)
O que se permite cuidar dela e deixar-se ser cuidado por ela, ((Jo 19:25-27)
O que divide a sua casa (vida) com a Mãe do seu Senhor com honras como fez Isabel sua prima (Lucas 1,43)
O que convive com a Mãe do Mestre e por isso tem uma espiritualidade bíblica e genuinamente cristã, ou seja, mariana. (Jo 19,27; At 1:12-14; 2:1)

Eis o discípulo amado do Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria de Nazaré e filho adotivo de José seu castíssimo esposo:

Ø  Esposa do Espírito Santo, (Lc 1:35; 1:41,46)
Ø  Filha predileta do Pai, (Lc 1:38; Jo 2:5)
Ø  Mãe do Filho de Deus, Nosso Senhor, (Lc 1:35; Jo 19:26)
Ø  Mãe dos seguidores de Jesus Cristo, cristãos, por ordem do seu Filho Amado. (Jo 19:25-27)

Como ainda podemos ter dúvidas?
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Por catequista Josivaldo Alves de Aquino
Diocese de Tocantinópolis
Comissão de Animação Bíblico Catequética do Regional Norte 3 da CNBB.
Pós-graduando em Estudos Bíblicos no Novo Testamento, pela UniCesumar.
Araguaína, Tocantins - dezembro de 2019.

Deus seja louvado!

Baixe o texto em PDF

domingo, 20 de outubro de 2019

Metodologia e Planejamento na Catequese de Inspiração Catecumenal

"O que vimos e ouvimos, nós vos anunciamos" (1º Jo 1,3)


Carta do referencial da Comissão
“Com alegria a Comissão de Animação Bíblico-Catequética do Regional Norte 3 da CNBB, convida para o Encontro Regional de Formação Bíblico-Catequética – Regional Norte 3, que acontecerá no CTL de Miracema do Tocantins, nos dias 5 e 6 de outubro do corrente ano, intitulado “Metodologia e Planejamento na Catequese de Inspiração Catecumenal – enfoque na catequese na era digital”, com o Lema: “O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos" (I Jo 1, 3a).
Queremos refletir sobre a resposta da catequese como expressão de uma Igreja que experimenta e testemunha a fé em Cristo, em tempos de mudança de época de forma inculturada, como exortou Papa Francisco aos participantes do II Congresso Internacional de Catequese - Roma, 22 de setembro de 2018, “com a nossa catequese, levar a acolher a contemporaneidade de Cristo. Na vida sacramental, de fato, que encontra seu cume na santa Eucaristia, Cristo se faz contemporâneo da sua Igreja: acompanha-a nos acontecimentos da sua história e jamais se afasta”.
Contaremos com a assessoria da Professora Edna Perez, Especialista em Comunicação pela SEPAC-USF, Mestre em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e outros títulos, e Assessora de formação de lideranças pastorais em Iniciação à Vida Cristã, Liturgia, Leitores e Acolhida da Arquidiocese de São Paulo”
Dom Wellington de Queiroz Vieira
Bispo Referencial da Comissão de Animação Bíblico-Catequética
Regional Norte 3 – CNBB

Metodologia e Planejamento na Catequese de Inspiração Catecumenal


sábado, 28 de setembro de 2019

CATEQUESE DE Inspiração Catecumenal - ppt carregar

CATEQUESE DE Inspiração Catecumenal - ppt carregar: Como dar resposta a esta realidade? Por que hoje verificamos grande número de pessoas batizadas e não evangelizadas? Por que muitas famílias de nossas comunidades só se dirigem a Igreja quando desejam receber os sacramentos? Como dar resposta a esta realidade?

terça-feira, 20 de agosto de 2019

3ª TURMA DE TEOLOGIA


Terceira Turma de Teologia do Pólo de Tocantinópolis
Agosto de 2019

A ESCOLA DE TEOLOGIA PARA LEIGOS PAULO VI da Diocese de Tocantinópolis-TO
É um projeto aprovado no 3º Plano Diocesano de Pastoral (2011-2013) com um Polo em Araguaína-TO e outro em Tocantinópolis-TO.

A Escola tem como objetivo “proporcionar aos cristãos leigos e leigas reflexão e aprofundamento para sua fé e prática evangelizadora a fim de atuarem com convicção e competência em suas famílias, nas pastorais, movimentos eclesiais, ministérios e serviços na Igreja contribuindo no exercício da cidadania como cristãos comprometidos/as com o Reino de Deus”.  BISPO DIOCESANO DOM GIOVANE PEREIRA DE MELO


Patrística

Patrística é o nome dado à filosofia cristã dos três primeiros séculos, elaborada pelos Pais da Igreja, os primeiros teóricos —- daí "Patrística" — e consiste na elaboração doutrinal das verdades de fé do cristianismo e na sua defesa contra os ataques dos pagãos e contra todos que eram contra, denominados hereges.
Foram os pais da Igreja responsáveis por confirmar e defender a fé católica, a liturgia, a disciplina, criar os costumes e decidir os rumos da Igreja cristã, ao longo dos sete primeiros séculos do cristianismo. Basicamente, patrística é a filosofia responsável pela elucidação progressiva dos dogmas cristãos e pelo que se chama hoje de tradição católica.
Quando o clero, para se defender de ataques polêmicos, teve de esclarecer os próprios pressupostos, apresentou-se como a expressão terminada da verdade que a filosofia gregahavia buscado, mas não tinha sido capaz de encontrar plenamente, enquanto a Verdade mesma não tinha ainda se manifestado aos homens, ou seja, enquanto o próprio Deus não havia ainda encarnado.
De um lado, se procura interpretar o cristianismo mediante conceitos tomados da filosofia grega, do outro reporta-se ao significado que esta última dá ao cristianismo. Os primeiros pensadores cristãos, ao mesmo tempo em que se valeram, também se debateram com os filósofos Platão e com Aristóteles, que, sobretudo, com os estoicos e com os epicuristas. Perdendo os ideais da doutrina cristã primitiva, eles buscaram encontrar, frente à filosofia e aos filósofos, o lugar apropriado da reflexão filosófica e do pensar cristão. Predominava muito o teocentrismo.

“Tratando-se de filosofia patrística, não devemos, como outrora, pensar somente nas obras de filósofos que só foram filósofos. A filosofia da patrística está antes contida nos tratados dos pastores de alma, pregadores, exegetas, teólogos, apologetas que buscam antes de tudo a exposição da sua doutrina religiosa. Mas ao mesmo tempo, levados pela natureza das cousas e dada a ocasião, se põem - a resolver problemas propriamente pertencentes à filosofia; e então, pela força do assunto, versam a metodologia filosófica.” (Khaio Mendes, 2015)

Acesse e baixe a coleção da Filosofia Cristã

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Novas diretrizes da Igreja no Brasil 2019-2023

As Novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o próximo quadriênio (2019 a 2023), após intenso processo de debate e acréscimos dos bispos, foram aprovadas na manhã deste dia 6 de maio pelos participantes da 57ª Assembleia Geral, em Aparecida (SP).

O padre Manoel de Oliveira Filho, membro da Comissão do Texto Central sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023) falou ao portal da CNBB sobre o caminho que as novas diretrizes propõem à Igreja no Brasil.

Segundo ele, o central nas Novas Diretrizes é mais uma vez um novo chamado de retorno às fontes para olhar a experiência das comunidades primitivas e inspirados por elas formar, no hoje da história e na realidade urbana, comunidades eclesiais missionárias.

“Que essas comunidades eclesiais missionárias tenham jeito de casa, de acolhida, não uma coisa estática de paredes simplesmente, ou da estrutura física. Mas, acima de tudo as diretrizes falam de um jeito de ser, de uma postura que lembre, evoque a ideia da casa que acolhe, que é espaço de ternura e misericórdia”, disse.

Os quatro pilares – Padre Manoel reforça que a casa é onde as pessoas são identificadas pelo nome, pelo jeito, onde têm história. Na proposta das diretrizes, lembrou o religioso, a casa é sustentada por quatro pilares essenciais: a) Palavra de Deus e a iniciação à vida cristã; O pilar do Pão que é a casa sustentada pela liturgia e sobre a espiritualidade; o pilar da Caridade que é a casa sustentada sobre o acolhimento fraterno e sobre o cuidado com as pessoas, especialmente os mais frágeis e excluídos e invisíveis; o pilar da Missão porque é impossível fazer uma experiência profunda com Deus na comunidade eclesial que não leve, inevitavelmente, à vida missionária.

A realidade urbana, fragmentada, carregada de luz e de sombras, mas também cheia de potencialidades, é definida pelo padre muito mais do que um lugar social geográfico, mas como uma mentalidade e cultura. “Nesta realidade a Igreja é convidada a ser presença. Como casa. Como comunidade eclesial missionária”, reafirmou.

A diretrizes, segundo ele, apontam para um rumo muito bonito, porque partem de uma perspectiva de encontro com Deus e com os irmãos, numa dinâmica de acolhida, de portas abertas, de ir ao encontro, de espera e acolhida ativa para formar as comunidades.

As Igrejas e comunidades são convidadas, segundo o que propõe as novas diretrizes, a serem luzeiros no meio do mundo. O religioso afirmou que as comunidades podem estar em qualquer lugar: no condomínio, numa praça, no trabalho. “Mas também nas paróquias, comunidades, nos colégios católicos, nas obras sociais”, disse.

“As novas diretrizes apontam para rumos e horizontes muito bonitos de avanço, de comprometimento apostólico e de comprometimento profético-transformador”, destacou.

Segundo ele, a profecia não se dá apenas pela denúncia, embora seja fundamental hoje mais do que nunca, mas também pelo anúncio de um jeito novo de ser e de viver. “Os rumos são os mais bonitos, basta a gente entrar nesta história e caminho”, disse.

Após a assembleia, o religioso aponta que todas as instâncias, as pastorais e organismos, e as Igrejas particulares, toda vida eclesial precisam entrar mesmo neste rumo, na direção apontadas pelas Diretrizes. “Seguir este caminho, acreditar no projeto e proposta. Vamos todos precisar, como todo a vida de Igreja, fazer um caminho de conversão, ler estudar, colocar na mente e descer para o coração para transformar em realidade”, disse.

A CNBB apresenta diretrizes mais gerais, não apresenta um plano; Após a assembleia, segundo padre Manoel, o plano deve ser feito por cada instância da Igreja nas diferentes realidades. “Se a gente acredita no projeto vamos encontrar um caminho para que ele se torne real”, concluiu.