quinta-feira, 22 de março de 2018

Quem é o catequista?



Ser catequista é uma vocação. 
Um chamado de Deus. 
Ele tem o dom de contagiar as pessoas e transmitir a Palavra de Deus 
Tem uma alegria incomparável. 
Ele anuncia com alegria e entusiasmo o que Cristo ensinou. 
Ele é "sal da terra e luz das nações" (Mt. 5,13-14)

"Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos"

O perfil do catequista
de Frei Almir Guimarães

Site: Franciscanos.org.br

Pessoa que cultiva a oração, a celebração litúrgica, experiência comunitária e o compromisso apostólico. 
Ele é:
Um discípulo de Jesus, 
Um missionário de Cristo, 
Sua função é um serviço prestado à Palavra,
Sua missão é educar a fé, 
Alguém inserido na comunidade, 
Vive uma espiritualidade encarnada em Cristo, 
Pessoa que tem senso ou espírito crítico, 
Conhece os desafios deste tempo, 
Ele sabe criar condições para a mensagem ser acolhida, 
Pessoa profundamente acolhedora. 
Pessoa que sabe se comunicar, 
Suas qualidades humanas:
Pessoa psicologicamente equilibrada, 
Que sabe assumi compromissos,
Que trabalhe em equipe,
Pessoa com espírito criativo, 
Que exerça uma certa liderança na comunidade. 

"Amamos porque Deus nos amou primeiro" ( Jo. 4,19)

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Catequista Josivaldo Alves

sexta-feira, 16 de março de 2018

POR UMA IGREJA QUE PENSA!?

Pe. Zezinho, scj

Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não leem os documentos da Igreja.

Pregadores que não leram o catecismo.

Cantores desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.

Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.

Cantores que dão show de uma hora sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.De quebra, também um dos solistas...

Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras, antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.

Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.

Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.

Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja, práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário. 

Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.

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Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia, permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.

Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia...

Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral. 

E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça, porque entusiasmados com sua fama e sua repercussão, acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.

Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!

Está faltando discernimento na nossa Igreja! Como está parece a casa da mãe Joana, onde todos falam e apenas uns poucos pensam no que falam. Uma Igreja que não pensa acaba dando o que pensar!?

PENSANDO EM SER IGREJA!?



POR UMA IGREJA QUE PENSA

segunda-feira, 12 de março de 2018

O LUGAR DE MARIA NO PLANO DA SALVAÇÃO



CATEQUESE


"O Espírito do Senhor descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso, o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus" (Lc 1,35).

MARIA, ÍCONE ESCATOLÓGICO DA IGREJA

O fato de Maria ter sido escolhida para ser a Mãe d'Aquele que veio para resgatar a humanidade é o ponto fundamental para compreendermos a sua importância no Plano da Salvação. A Anunciação a Maria inaugura a "plenitude dos tempos", ou seja, o cumprimento das promessas e preparações realizadas no Antigo Testamento.

Deus enviou Seu Filho, mas para formar-lhe um corpo quis a livre cooperação de uma criatura (Gl 4,4; Hb 10,5). Por esse motivo, desde toda a eternidade Deus escolheu Maria para ser a Mãe de Seu Filho. "Quis o Pai das misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida" (LG 56).

Após a Anunciação, o Espírito Santo é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente, fazendo com que ela conceba o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua.

A Igreja ao prestar culto filial à Maria dá testemunho de reverência à Mãe de nosso Senhor e cumpre fielmente as palavras de Lc 1,48, pois o que a fé católica crê em relação à Maria se fundamenta naquilo que ela crê acerca de Cristo, e o que a fé ensina sobre Maria ilumina, por sua vez, sua fé em Cristo.

Também são importantes as últimas palavras de Jesus na cruz (Jo 19,26-27). "Mulher, eis aí teu filho!", "Eis tua Mãe!". A conclusão é evidente: Maria é apresentada como modelo de vida para a Igreja e entregue aos cuidados amorosos de todos os cristãos (Jo 19,27).

As principais Verdades da fé professadas pela Igreja a respeito de Maria, também denominadas como Dogmas Marianos, são quatro: sua maternidade divina, a virgindade perpétua, sua imaculada conceição e sua gloriosa assunção. 
(para estes dogmas, vou abrir uma postagem à parte).

Maria, mãe de Jesus e nossa. Devido a sua total adesão à vontade do pai, à obra redentora de seu Filho, a cada moção do espírito Santo, a Virgem é para a Igreja o modelo da fé e da caridade. De modo totalmente singular, pela obediência, fé, esperança e ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para restauração da vida sobrenatural das almas. Por este motivo ela se tornou para nós mãe na ordem da graça. (CIC, § 968).

A devoção Mariana deve ter sempre a finalidade de glorificar a Deus. Maria quis sempre mostrar Jesus. Ela nunca quis e não quer nunca glória para ela mesma. "Fazei tudo que Ele vos disser", (cf.Jo 2,5).

Podemos encontrar na Sagrada Escritura várias passagens que nos fazem, a cada dia amar mais a Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe:

O "Sim" de Maria - Lc 1,26-38;
Maria, vivência de paz pela oração. Mulher orante - At 1,14;
Maria, a intercessora - Jo 2,1-5;
Maria, aquela que se põe a serviço - Lc 1,39-45;
Maria, bem-aventurada - Lc 1,46-50;
Maria, aquela que aceita - Jo 19,26-27;
Maria na comunidade - At 2,1;
Maria, a mulher - Gn 3,14-16;
Maria, a arca da nova aliança - Ex 25,10
Maria, a aurora - Ct 6,10;
Maria, o sinal - Is 7,14;
Maria carismática - Lc 1,28-29;
Maria nossa mãe - Jo 19,25-27;
Maria melhor aluna - Lc 2,43-51;
Maria, melhor mestra - Jo 2,1-12.

Maria de Nazaré
Mãe de Jesus Cristo, filho de Deus - Deus.
Mãe de Deus.
Mãe da igreja.

A doce e humilde sempre virgem Maria

Cheia de graça  (Lc. 1,28)
Mãe do meu Senhor  (Lc. 1,43)
Bendita entre as mulheres  (Lc. 1,42)
Filha predita do Pai  (Lc. 1, 38)
Esposa do Espírito Santo  (Lc. 1,35)
Mãe do Filho de Deus  (Lc. 1,32)
Em quem fez grandes coisas Aquele que é Poderoso  (Lc. 1,49)
E a quem proclamam bem-aventurada, todas as gerações. (Lc.1,48)

Lucas 1
43 Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?

João 19
26 Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o DISCÍPULO a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: MULHER, EIS AÍ O TEU FILHO.
27 Depois disse ao DISCÍPULO: EIS AÍ TUA MÃE. E desde aquela hora O DISCÍPULO A RECEBEU EM SUA CASA.

NELSINO CORRÊIA
"Tudo com Jesus, nada sem Maria.
Se viver com pai é bom, com pai e mãe que maravilha!"

ORAÇÃO DA BÍBLIA
"Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre," Jesus.

ORAÇÃO DA IGREJA (resposta)
"Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém."

Por catequista
Josivaldo Alves

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

ORAÇÃO DE RENÚNCIA (Padre Léo)


ORAÇÃO DE RENÚNCIA (Padre Léo)
Em nome de Jesus Cristo,
pelo Seu Sangue derramado na Cruz,
por intercessão da Virgem Maria, dos Anjos e dos Santos,
eu expulso de mim Satanás, autor do mal e de todo o pecado,
pois Ele é pai da mentira.
Renuncio a todo o espírito de impaciência e de raiva,
de ressentimento e mágoa, de tensão nervosa, de insónia,
de agressividade, de mentira e calúnia,
de maledicência e murmuração, de ira e de ódio,
de pavor e desespero, de incompreensão e rancor,
de juízo temerário e presunção.
Renuncio a todo o espírito de desânimo e tristeza,
de melancolia e solidão, de abandono e rejeição,
de histeria e de fechamento em depr
essão.
Renuncio ao espírito de fracasso e frustração.
Renuncio ao espírito de desconfiança do amor de Deus e do próximo,
de auto-rejeição e auto-condenação, de egoísmo e auto-suficiência
e a todo o espírito de timidez e insegurança
Renuncio a todo o desejo de fracasso e de morte do meu irmão,
a todo o espírito de injustiça e opressão,
a todo o espírito de revolta contra Deus e contra o irmão.
Renuncio também a todo o espírito de revolta contra a mim mesmo
e de não-aceitação das minhas limitações.
Renuncio a todo o espírito de acusação e perseguição,
de activismo, insónia e agitação
e a todo o espírito de desequilíbrio emocional e psíquico.
Renuncio a todo o espírito de opressão,
de depressão, de isolamento e esgotamento.
Renuncio a todo o espírito de autodestruição
e de não-aceitação da minha história,
da minha família, dos meus erros, fracassos e pecados.
Renuncio a todo e qualquer espírito de medo:
medo de Deus, de Satanás, medo da autoridade,
medo de amar e ser amado,
medo do futuro e do fracasso,
medo da doença e da morte,
medo da altura e do escuro.
Renuncio ao medo de animais e tempestades,
ao medo de acidentes e assaltos,
ao medo de falar em público,
ao medo de proclamar o Teu Evangelho,
ao medo de me afirmar como cristão em qualquer lugar,
ao medo de partilhar os dons recebidos,
ao medo de perder um familiar e ao medo da condenação eterna,
ao medo do sofrimento e da entrega total nas mãos do Senhor.
Renuncio a todo o espírito do complexo de inferioridade e de auto-comiseração;
renuncio a todo o espírito de angústia e de preocupação,
a todo o espírito de traumas pelas doenças mentais e físicas;
renuncio a todo o espírito de materialismo,
ao espírito de avareza e de apego as coisas materiais e ao dinheiro.
Renuncio ao espírito de apego as pessoas e cargos que eu possa ter assumido.
Renuncio a todo o espírito de gula, droga e fumo,
a todo o espírito de alcoolismo.
Renuncio ao espírito de ciúme e inveja;
ao espírito de preguiça e hipocrisia;
ao espírito de falsidade e adulação;
e a todo o espírito de palavrão e piada.
Renuncio também a espírito de blasfémia e sacrilégio.
Renuncio a todo o espírito de impureza, de sexo desordenado,
luxúria, masturbação, fornicação, adultério,
homossexualismo e lesbiacismo, orgia e farra.
Renuncio a todos os espíritos impuros ligados a revistas e filmes pornográficos.
Renuncio a todos os programas de rádio e televisão que ofendem a castidade,
a justiça social e os valores cristãos.
Renuncio ao aborto e todas as formas que suprimem a vida.
Renuncio a todo o espírito de falsa religião:
seicho-no-ie, esoterismo, maçonaria e rosa cruz,
a todo espírito de superstição e descrença,
de duvida e confusão religiosa,
de controle da mente e pirâmide,
de horóscopo, sortilégio e cartomante.
Renuncio, todo espírito de magia branca e negra,
bruxaria e satanismo, espiritismo e umbanda, macumba e sarava,
xangó e mesa branca, candomblé e congá,
quimbanda e terreiro, curandeiro e benzedeira.
Renuncio, todos os espíritos e espíritos guias,
que invocaram sobre mim,
a toda carga genética de traumas e taras
que herdei de meus avos e meus antepassados,
a todo efeito de encosto, consagração, baptismo ou cruzamento,
feito na minha pessoa, em qualquer falsa religião.
Renuncio, todo espírito de maldição ou pragas
que meus pais, espíritas ou outras pessoas, invocaram sobre mim.
E renuncio, também a todos os remédios e passes espíritas,
água fluídica e maus olhados,
renuncio a todos os trabalhos e despachos que rogaram sobre mim,
sobre a minha família e sobre o meu trabalho e meus bens.
Renuncio, todo efeito de defumação e benzimento,
e a todo espírito de contaminação do ambiente espírita,
materialista, ateu e imoral, em que eu vivo e trabalho.
Renuncio, a todos os objectos supersticiosos,
figas ou amuletos, buddas … que trago comigo ou que tenho em casa.
Ordeno a todos os espíritos do mal,
dos quais o Senhor Jesus Cristo me libertou,
que se prostrem, de joelho, diante da Santa Cruz,
e Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus Bendito, disponha deles.
E proíbo que volte a mim para me prejudicar.
Ó Maria, Nossa Senhora, ó Virgem Imaculada,
Concebida sem pecado original,
ó São José, esposo castíssimo da Virgem Santa Maria,
mãe de Deus e mãe nossa,
intercedei por mim, para que Jesus Cristo, o Senhor,
me envolva com o Seu amor,
me salve com o Seu Poder, e me lave com o Seu Sangue.
Que o Divino Espírito Santo habite em mim e me santifique.
Obrigado, Senhor Jesus, porque me libertastes,
me perdoastes e me curastes com o poder do Vosso Santo Nome,
pelo Vosso Sangue e pela intercessão da Virgem Maria.
Senhor Jesus Cristo, neste momento,
eu Vos consagro todo o meu ser e ter,
o meu passado, o meu presente e o meu futuro,
a minha família e o meu trabalho
e Vos proclamo como meu único Deus e Senhor.
Amen, Amen, Amen, Aleluia, Glória …

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

CNBB Catequese do Brasil

CNBB Catequese do Brasil

No Brasil a Comissão Episcopal para Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB) tem a missão de animar, acompanhar, promover e orientar a caminhada Bíblico-Catequética em nosso país. 
Essa comissão é constituída atualmente pelo Dom José Peruzzo, arcebispo de Curitiba (presidente da comissão), Pe. Antonio Marcos Depizzoli (assessor) e Dom Mário Antonio da Silva e Dom Carlos Verzeletti. E para cumprir sua missão se organiza em outras equipe de trabalho:
- GREBICAT – Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética nacional
- Grupo dos Coordenadores Regionais de Catequese          
-  Equipe de Catequese com Pessoa com deficiência
Este site “Catequese do Brasil” é também uma iniciativa dessa Comissão Episcopal para oferecer informação e conteúdo formativo para os catequistas do Brasil.
O site funciona como uma “revista virtual” e oferece aprofundamento em Bíblia e catequese, Doutrina da Igreja, Catequese e Liturgia, Iniciação à vida cristã, Espiritualidade, temas atuais e outros. Visa manter o catequista conectado com a reflexão atual da catequese no Brasil. É um site de catequese.v

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A conversão pastoral

       

Documento de Aparecida

 370. A conversão pastoral de nossas comunidades exige que passemos de uma pastoral de mera conservação a uma pastoral decididamente missionária. Assim, será possível que "o único programa do Evangelho continue a ser introduzido na história de cada comunidade eclesial" (NMI 12) com novo ardor missionário, tornando a Igreja manifesta como uma mãe que se encontra, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.
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A conversão pastoral é uma necessidade urgente.
   O modelo das primeiras comunidades cristãs relatada pelo evangelista Lucas em Atos dos Apóstolos 2, 42-47, retrata a dinâmica da vida comunitária conforme a proposta do mestre.
"Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações." (v. 42) "louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação." (v. 47)

A conversão pessoal gera a conversão da Pastoral.
   Não se pode esperar que uma pastoral se torne missionária se seus membros insistem em comportar-se como pseudo convertidos. É preciso converter-se de uma vez por todas aos ensinamentos do mestre de Nazaré.
"Rasgai vossos corações e não vossas vestes; voltai ao Senhor vosso Deus, porque ele é bom e compassivo, longânime e indulgente, pronto a arrepender-se do castigo que inflige." (Joel 2, 13)

Ela exige que se abandone as velhas estruturas.
   O episódio do Evangelho de Mateus 10, 1-15 quando reúne os discípulos para enviar-lhes a missão diz claramente como o mestre quer o trabalho realizado pelos operários.
"ide antes às ovelhas que se perderam da casa de Israel. Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!" (Mateus 10, 6-8)

A mudança é necessária para o anúncio eficiente do Evangelho.
   As DGAE 2015-2019, faz uma leitura da realidade quando diz
Vivemos uma época de transformações profundas. Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”.” (v. nº 19)
"Isso é tanto mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé."  (Romanos 13, 11)

É preciso um novo ardor missionário.
   Refazer as forças, superar o comodismo, sair da zona de conforto e renovar as forças é a palavra de ordem.
"Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito." (Romanos 12, 1-2)

Como operários, a palavra de ordem é cuidar do rebanho do mestre.
   Na conversa do mestre com o discípulo escolhido, (João 21, 1-25) logo depois da ressurreição no episódio da Aparição na Galileia, o apóstolo eternizou o desejo do dono do rebanho:
“Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros." (v. 16)

Só será possível cuidar do rebanho se a Pastoral for decididamente missionária!
   “Ser verdadeiro discípulo missionário exige o vínculo efetivo e afetivo com a comunidade dos que descobriram fascínio pelo mesmo Senhor. Ele sabe que exerce sua missão na Igreja, “em saída”.” (DGAE 2015-2019 nº 13)
"porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5). .Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? .E como pregarão, se não forem enviados, como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que anunciam as boas novas (Is 52,7)?" 

 Abraço fraterno do catequista Josivaldo.